Categoria: Sindsaúde/RN

Servidores estaduais da saúde iniciam greve nesta terça (05)

O movimento começará com ato unificado na Governadoria, às 9h

Os servidores estaduais da saúde do Rio Grande do Norte aprovaram no dia 24 de janeiro a greve da categoria para o dia 5 de fevereiro. A proposta foi votada por ampla maioria em assembleia geral no auditório do Sinpol. O início da greve vai coincidir com um ato unificado, com todos os servidores públicos do estado, em frente à Governadoria, ás 9h da manhã.

A greve é fruto dos constantes ataques que os servidores estaduais vêm sofrendo nos últimos anos. O parcelamento dos salários de janeiro gerou muita revolta dos servidores da saúde que estão com os salários de dezembro e o 13º de 2018 ainda atrasados. “Os servidores e aposentados da saúde estão endividados, sem dinheiro até para ir trabalhar”, disse uma servidora.

Além disso, a governadora Fátima Bezerra (PT), publicou no último dia (21), um decreto suspendendo o pagamento e o gozo da licença-prêmio, direito garantido por lei a todos os servidores. O decreto foi revogado pelo governo após reunião com o Fórum dos servidores, mas está sendo proibido solicitar a licença pelas direções dos hospitais.

A saúde é a primeira categoria a iniciar uma greve por tempo indeterminado no novo Governo. “Atacou nossos direitos, vamos para as lutas!”, enfatiza Manoel Egídio, coordenador-geral do Sindsaúde-RN.

Servidores da saúde realizam apagão nesta quinta (10)

Os servidores da saúde farão apagão de 24h no Hospital Walfredo Gurgel, na próxima quinta-feira, 10, a partir das 6h. No mesmo dia, às 14h, haverá também uma assembleia com indicativo de greve para o dia 15 de janeiro. A paralisação foi aprovada em assembleia na última sexta-feira, 4, no auditório do Sinpol.

O governo deve ainda o restante do pagamento do 13º salário de 2017 para quem ganha acima de 5 mil reais. Deve também o 13º de 2018 e a folha de dezembro para todos os servidores. Totalizando, uma dívida de quase 1 bilhão de reais.

No caso dos servidores da saúde, essa situação se agrava pela precariedade nas condições estruturais de trabalho. Faltam medicamentos, leitos de terapia intensiva, equipamentos de proteção individual, por exemplo. Além disso, esses atrasos comprometem o atendimento de necessidades básicas como alimentação, contas de água, luz, e medicamentos. Alguns servidores estão também sem dinheiro do transporte para ir ao trabalho. “A situação está muito crítica, não só pra mim, mas para outros servidores. Ontem mesmo a minha colega me ligou chorando dizendo que não tem dinheiro para ir trabalhar e nem pra comprar comida em casa. Graças a Deus eu tenho comida, mas, por exemplo, minha filha começa a estudar dia 04 e eu ainda não fiz a matrícula dela, e minha luz está prestes a ser cortada”, disse Cristina Viana, servidora do Hemonorte.

Em reunião na manhã dessa segunda-feira (7) com representantes do Fórum Estadual de Servidores, o Governo anunciou que irá parcelar os salários de janeiro, pagando 30% até dia 10 e 70% no final do mês, proposta rejeitada pelos servidores. Para Manoel Egídio, coordenador-geral do Sindsaúde, essa proposta é inaceitável. “A governadora Fátima Bezerra (PT) fez uma proposta inaceitável aos servidores do estado. Parcelar os salários de janeiro e de fevereiro desse ano. Isso é inadmissível! Ela não fez nenhuma proposta com relação aos atrasados que o governo Robinson deixou aos servidores.”

Servidores da saúde de Parnamirim farão paralisação unificada nesta segunda (17)

Servidores da saúde de Parnamirim irão às ruas na próxima segunda-feira (17), às 9h, em frente à prefeitura, para reivindicar a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários. A paralisação é unificada e contará com a presença do Sindsaúde, Sindas, Sinmed, Sintserp e Sinttar.

O Plano de Cargos é uma reivindicação antiga da saúde de Parnamirim. Há 6 anos, a saúde de Parnamirim é enrolada pelos gestores do município que prometeram a estruturação de um PCCS. A promessa começou em 2012 com o ex-prefeito Maurício Marques e se estende até hoje com o atual chefe do Executivo local Rosano Taveira.

Em junho, o Sindsaúde e os servidores participaram de uma audiência que tratou das más condições de trabalho em que se encontram os profissionais lotados nas unidades de Parnamirim e a criação de um Plano de Cargos. Na audiência, foi encaminhado um calendário de datas para o cumprimento do Plano, desde a mesa de negociação, a data de publicação no Diário Oficial de Parnamirim e uma nova discussão com os vereadores. No entanto, o calendário não foi cumprido e os servidores cruzarão os braços.

Servidores da saúde irão fazer paralisação no dia 30 de agosto

A paralisação será mais um protesto dos servidores da saúde pública do Rio Grande que reivindicam a conclusão do pagamento do 13º de 2017. A categoria ainda sofre com os atrasos seguidos de salários, que acontecem desde janeiro de 2016.

A manifestação é uma resposta ao descaso do governo Robinson com a saúde, que decretou pela terceira vez estado de calamidade, e com os servidores que dedicam suas vidas para prestar um atendimento digno, mesmo em condições precárias.

Com a paralisação, os atendimentos nas unidades ficarão reduzidos. Caravanas com servidores da saúde de municípios do interior do estado somarão forças ao ato, que terá concentração no Hospital Walfredo Gurgel, a partir das 9h.

Governo quebra isonomia ao conceder auxílio saúde e alimentação aos servidores do Gabinete Civil

Enquanto o funcionalismo público estadual não sabe o que é receber o salário em dia desde janeiro de 2016 e nem se quer todos os servidores receberam o 13° do ano passado, o governo de Robinson Faria (PSD) publicou na última quinta-feira (28) uma notícia que deixou os servidores ainda mais indignados. Foi publicado no Diário Oficial a concessão de auxílio-saúde no valor de R$ 300 reais e auxílio-alimentação de R$ 1.200, para os funcionários do Gabinete Civil.

Uma verdadeira contradição do governo, que afirma em todos os jornais e na imprensa que o estado está quebrado e que não tem dinheiro para pagar em dia os servidores públicos. Ao mesmo tempo em que o governo privilegia uma pequena parcela dos servidores do seu Gabinete, os profissionais da saúde não recebem reajuste salarial há mais de oito anos. O desrespeito é ainda maior aos aposentados e aposentadas, que são os últimos da sua lista de prioridades a receberem os salários, com trinta dias de atraso.

O RN está um verdadeiro colapso nos serviços públicos. O governo decretou estado de calamidade por duas vezes, em junho do ano passado e prorrogou em dezembro. A segurança também está em situação de calamidade. O crescimento da violência no Estado é assustador. O RN é o 3º estado mais violento do Brasil.

Além disso, Robinson foi denunciado por comprar o silêncio de Rita das Mercês, ex-procuradora da Assembleia Legislativa, em esquema de corrupção, investigado pela Polícia Federal, que desviou cerca de R$ 5,5 milhões dos cofres públicos. No início desse ano, atacou os servidores com o pacote de ajuste fiscal enviado à Assembleia Legislativa. Mas, bravamente, os servidores deram exemplo de luta e resistência e conseguiram barrar os principais projetos que atacavam duramente os trabalhadores.

Nós do Sindsaúde, repudiamos a forma em que o governo vem tratando os servidores do estado. Essa medida quebra a isonomia , é uma prática privilegiada e desigual aos servidores. Por isso, nesta quarta-feira (04), vamos nos somar ao ato unificado dos servidores estaduais, na entrada do Centro Administrativo, a partir das 7h. Vamos reivindicar os salários em dia, o pagamento do 13° salário e repudiar esses auxílios que o governo está concedendo aos funcionários do Gabinete Civil. Se tem auxílio para uma parte dos servidores, que conceda ao restante dos servidores, pague os salários em dia e o 13º atrasado.

O dinheiro público deve ser investido na saúde publica, na educação, na segurança e nos serviços públicos. É obrigação do governo garantir o pagamento dos salários daqueles e daquelas que dedicam suas vidas ao serviço público do estado. Por fim, o Sindsaúde, em conjunto com outros sindicatos está entrando com uma ação judicial denunciando a quebra da isonomia e o pagamento dos salários em dia e do 13º.

Servidores do RN farão ato público amanhã na Governadoria

O Fórum Estadual dos Servidores do RN, composto pelo Sindsaúde e demais sindicatos e entidades estaduais, está convocando um ato público na próxima quarta-feira (20), às 9h na Governadoria.

Os servidores irão protestar pelo pagamento do décimo terceiro de 2017, os salários em dia e a correção de perdas salariais.

Mesmo após a greve histórica unificada de 100 dias, dos trabalhadores da saúde e professores da UERN, os atrasos salariais continuam para todos os servidores. Os profissionais da saúde ainda amargam oito anos sem reajustes nos salários. Parte da categoria ainda não recebeu o 13º.

Trabalhadores(as) vão às ruas em atividade alusiva ao Dia de Luta dos Trabalhadores(as)

O 1º de Maio é uma data que representa a luta internacionalista e de classe, independente de patrões e governos. Diferente do que dizem os patrões, 1º de Maio não é Dia do Trabalho nem dia de festa com empresários, mas sim Dia de Luta dos Trabalhadores.

Diante disso, em Natal, o dia 30 de abril, será marcado por um ato público a partir das 15h, com concentração no calçadão da Rua João Pessoa, próximo à C&A.

A classe trabalhadora vai às ruas em defesa de seus direitos, pelo fim da reforma da Previdência e anulações da reforma trabalhista e da lei da terceirização.

As entidades exigem também o Fora Robinson, Fora Temer e Fora todos os corruptos!

As atividades relacionadas ao 1º de maio, Dia Internacional de lutas dos trabalhadores e trabalhadoras, foram convocadas pelo Sindsaúde-RN em conjunto com a CSP-Conlutas, MMS, Sindicato dos Bancários, Sintest, Sindprevs e Sinai.

SERVIÇO

Ato público em defesa dos direitos dos trabalhadores(as)
30/04 às 15h
Calçadão da Rua João Pessoa