Categoria: Saúde

RN tem oito casos de raiva em morcegos registrados em 2019, na Grande Natal e interior

FOTO ILUSTRATIVA: (Uwe Schmidt/Wikimedia Commons)

O aumento do número de casos de raiva diagnosticados em morcegos tem sido motivo de preocupação para a equipe técnica do Programa Estadual de Controle da Raiva. A raiva é uma doença tão grave que sua taxa de letalidade – a proporção entre o número de mortes pela doença e o número total de doentes – é de aproximadamente 100%. Mais precisamente 99,9% dos pacientes infectados pelo vírus que afeta o sistema nervoso vão a óbito.

A Sesap divulgou os dados da prevalência da raiva animal em 2019 no Rio Grande do Norte com orientações para identificar um morcego suspeito dessa doença e recomendações para prevenção da raiva.

Somente em 2019, até o dia 7 de março, já foram diagnosticados nove animais positivos, sendo oito morcegos e um bovino. Os morcegos oriundos de Macaíba, Nova Cruz, Parnamirim, Santo Antônio e Caicó, e o bovino oriundo de João Câmara. Os casos positivos de raiva em morcegos continuam aumentando acima da média dos últimos cinco anos no Rio Grande do Norte, e o Programa Estadual de Controle da Raiva da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) orienta os municípios a fazerem o monitoramento dos casos e convida a população a ficar mais atenta às formas de prevenção da doença.

Em 2018 foram diagnosticados laboratorialmente 40 animais raivosos em 21 municípios do estado. Destes, 33 eram morcegos. As principais recomendações para evitar acidentes são: não manipular esses animais e utilizar telas (redes de proteção) nas janelas de apartamentos e prédios que ficam em locais arborizados. Em caso de dúvidas se o morcego entrou no local ou não e se ocorreu contato, também é preciso buscar assistência médica.

A orientação da Secretaria é para que as vítimas de mordeduras procurem imediatamente a unidade de saúde mais próxima e lavem o local com água corrente e sabão. Isso porque o vírus rábico é muito sensível a agentes externos e essas medidas são fundamentais para a sobrevivência das pessoas infectadas.

A doença é transmitida pela saliva do animal infectado através da pele ou mucosas, seja por mordedura, arranhadura ou lambedura. No Brasil, atualmente, os principais animais transmissores da raiva ao homem são os morcegos e muitas mortes poderiam ser evitadas após os acidentes caso fossem tomadas simples precauções.

Servidores da saúde em greve farão ato no hospital Deoclécio Marques nesta quarta (27), às 9h

Categoria também participará de audiência pública sobre atraso de salários, na Assembleia Legislativa do RN, às 14h

Os servidores estaduais da saúde do Rio Grande do Norte, em greve há 21 dias, farão mais um ato público como forma de protesto, no hospital Deoclécio Marques, às 9h. Esse será o 6º ato desde o início da greve da saúde que reivindica como ponto principal o pagamento dos salários atrasados.

Os servidores ainda não receberam as folhas de dezembro e o 13° salário de 2018. A situação fica ainda pior para os trabalhadores e aposentados que ganham acima de 5 mil reais, pois eles também não receberam a folha de novembro e o 13° salário de 2017. Até o momento, a Governadora Fátima Bezerra (PT) não recebeu a saúde para apresentar uma proposta de negociação e nem um calendário de pagamento dos atrasados. Por esse motivo, a saúde permanece em greve.

Como parte do calendário grevista, a saúde também estará presente na audiência pública sobre o atraso dos salários “Situação atual dos Serviços e dos Servidores Públicos”, na Assembleia Legislativa do RN, às 14h.

Problemas da Saúde no RN são tratados com Ministro por Governadora, Prefeita de Mossoró e Bancada Federal

Saúde

Uma comitiva do Rio Grande do Norte foi recebida ontem (19) pelo Ministro da Saúde, Henrique Mandetta, para uma discussão sobre os problema da Saúde do RN, passando também pela regionalização e município.

Participaram da audiência, a governadora Fátima Bezerra (PT), o Secretário Estadual de Saúde, Cipriano Maia; os senadores Jean-Paul Prates (PT) e Zenaide Maia (PROS); os deputados Natália Bonavides (PT), Benes Leocádio, Rafael Motta, João Maia e Walter Alves; prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini; o presidente da Femurn, José Leonardo (Naldinho); o prefeito de Extremoz, Joás Oliveira; e a secretária de Saúde de Mossoró, Maria da Saudade.

O ministro se comprometeu em garantir recursos para custear serviços que se encontram hoje sem financiamento federal e que são pagos pelo Governo do Estado. Estes repasses serão utilizados para incrementar o processo de cirurgias eletivas, leitos de UTI, parte dos serviços dos hospitais estaduais e parte do custeio dos municípios de Natal e Mossoró.

O RN já acumula mais de 23 mil pedidos de ultrassonografias, oito mil tomografias e 11 mil cirurgias eletivas. “Estamos tratando de vidas. É nossa obrigação mudar este quadro. Apenas com união, determinação e planejamento integrado, vamos conseguir solucionar essa crise”, disse Fátima.

Governadora Fátima Bezerra e Cipriano Maia irão a Brasília pleitear melhorias para a Saúde

A governadora Fátima Bezerra e o secretário estadual da Saúde, Cipriano Maia, terão audiência no Ministério da Saúde nesta terça-feira, 19, em Brasília, na qual será tratado o teto de financiamento de gastos da alta e média complexidade, o chamado teto MAC.

O objetivo é aplicar os recursos principalmente nos hospitais e nos serviços de ortopedia, Unidades de Terapia Intensiva (UTI), os consórcios públicos de saúde e, se possível, nas Policlínicas. Esses recursos servirão para cobrir o déficit estadual em relação ao orçamento de 2018. No orçamento de 2018 foram executados 1.900.000,00 e para 2019 está previsto 1.500.000,00. Um déficit de 400 milhões a menos que o ano anterior. Além disso, estamos solicitando que os repasses dos incrementos temporários, repassados em 2017 e 2018, sejam incorporados ao teto estadual.

O secretário também abordará a necessidade de recursos para colocar em funcionamento os novos leitos de UTI, além da perda de recursos em alguns serviços, como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). impacto de serviços que Sim. Tem tbm alguns serviços que perderam os recursos como o SAMU. E serviços funcionando sem habilitação.

Quadro de Bolsonaro requer cuidado após série de imprevistos, dizem médicos

Médicos ouvidos pela Folha dizem que a detecção da pneumonia em Jair Bolsonaro, confirmada nesta quinta (7), integra um quadro de complicação da situação clínica do presidente que inspira cuidados.

O novo diagnóstico ocorre após outros imprevistos também terem sido verificados na saúde dele depois da realização da cirurgia, em 28 de janeiro.

A infecção no presidente —no caso, a pneumonia— é agravo que costuma se manifestar depois de 48 horas de uma internação, geralmente com mais de sete dias.

Mas os médicos dizem que, pelas informações divulgadas no boletim, não dá para apontar com precisão o que estaria acontecendo de fato.

Após 11 dias de internação no hospital Albert Einstein, em São Paulo, Bolsonaro teve febre na noite de quarta-feira (6), e uma tomografia detectou a pneumonia.

A detecção da pneumonia prolongará ainda mais a internação do presidente, por no mínimo mais sete dias, devido ao aumento de antibióticos, conforme disse à Folha Antonio Luiz Macedo, cirurgião que é um dos responsáveis por cuidar da saúde do presidente da República.

Inicialmente, a equipe responsável pela operação estimava alta após dez dias, completados na quarta. Agora, na hipótese mais otimista, ele completará 18 dias de hospital.

Várias hipóteses poderiam explicar o surgimento da pneumonia. O fato de estar com o intestino parado e o estômago com acúmulo de líquido pode ter levado a microaspirações do conteúdo gástrico, que foi direto para o pulmão, causando a infecção.

Outra possibilidade é a chamada pneumonia por contiguidade, ou seja, relacionada ao abscesso que ele teve diagnosticado no sábado (2). Se o foco infeccioso estiver na parte superior do abdome, perto ao diafragma, por proximidade pode afetar o pulmão.

Outro meio de causar uma pneumonia é por via sanguínea —a bactéria entra no sangue e vai parar no pulmão. A internação prolongada é outro fator de risco. Um organismo debilitado, recém-operado, com cateteres, sonda, nutrição parenteral, tem portas de entrada para bactérias.

Três médicos ouvidos pela Folha estranharam o relato de pneumonia viral feito pelo porta-voz da Presidência, por avaliarem que não haveria razão para mudar o antibiótico, que mata bactéria.

Pelas previsões iniciais, Bolsonaro já deveria estar em casa, retomando trabalhos burocráticos, sem esforço físico.

Os imprevistos começaram na própria cirurgia. O plano original da equipe médica era religar as duas pontas do intestino grosso que estavam separadas. A previsão era que isso durasse três horas.

Mas, no final, por causa da grande quantidade de aderências (partes do intestino que ficam coladas), foi retirado o cólon direito e construída uma ligação direta entre o intestino delgado (íleo) e o intestino grosso (cólon transverso). A cirurgia levou sete horas.

No sábado passado, ele teve episódios de náuseas e vômitos, causado por infecção intra-abdominal, que necessitou de drenagem. O quadro levou à paralisia do intestino delgado.

A assessoria da Presidência tentou amenizar a gravidade do episódio, tratado como uma reação “normal” do organismo. O cirurgião Antônio Macedo, que operou o presidente, alegou que era resultado da manipulação cirúrgica.

Na avaliação do cirurgião Carlos Sobrado, professor de coloproctologia da Faculdade de Medicina da USP, a causa da infecção pode ter sido duas: um pequeno vazamento na costura cirúrgica (fístula), feita com a técnica de grampeamento. “Algum pontinho pode ter aberto e vazado um pouco de secreção. Isso acontece com frequência.”

A segunda causa pode ter sido eventuais microperfurações ocorridas no momento de desfazer as aderências (alças intestinais grudadas) encontradas durante a cirurgia.

“Separar uma alça da outra é muito difícil, mesmo em mãos extremamente habilidosas. Isso é muito comum também.”

Para Sobrado, o fato de o presidente ainda estar usando sonda nasogástrica 12 dias depois da cirurgia indica que a situação inspira cuidados.

“Se fossem só questões referentes à manipulação cirúrgica, só um abcessozinho, se as alças estivessem totalmente íntegras, qual o problema de se dar para ele suco, canja, sagu, gelatina, sopa? É sinal que deve ter alguma coisa que não está tão bem”, afirma. Ele diz que a distensão abdominal também pode ter comprimido o diafragma, formando secreção na base do pulmão.

Para o cirurgião Diego Adão Fanti Silva, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a maior preocupação agora são infecções hospitalares.

“O fato de o paciente estar recebendo antibióticos de amplo espectro e internado em um ambiente onde existem bactérias resistentes e fungos [hospitais e UTIs, de um modo geral] aumenta o risco de apresentar uma infecção adquirida no hospital por germe multirresistente. Esse risco é ainda maior quando o paciente possui dispositivos invadindo seu corpo, como sondas e cateteres”, afirma.

O risco de infecção adquirida no hospital é próximo de 10% em internações que passam de sete dias, sendo maior quanto maior o tempo de internação, os dispositivos invasivos e a fragilidade do sistema imune do paciente.

Mesmo que tudo evolua bem e Bolsonaro receba alta, ainda há mais riscos pela frente. O de aderência, por exemplo, ficará com o presidente para sempre.

“Toda vez que o abdome é aberto, o paciente passa a ter risco de desenvolver uma aderência no intestino delgado ao longo da vida. Estima-se que esse risco seja de 10% em três anos. Não existe nenhuma medida profilática agora para evitar que isso aconteça”, diz Fanti Silva. A maioria dos quadros de aderências pós-operatórias tem resolução espontânea, não necessitando de nova cirurgia.

Nos próximos seis meses, há risco de 15% de hérnia incisional na parede abdominal, consequência do tecido fragilizado em razão de três operações seguidas. Será fundamental que Bolsonaro evite grandes esforços nessa fase inicial, como levantar peso.

O diagnóstico de pneumonia levou Bolsonaro a usar as redes sociais para tranquilizar seus seguidores. Ele compartilhou vídeo no qual seu porta-voz fala sobre a situação e escreveu. “Cuidado com o sensacionalismo. Estamos muito tranquilos, bem e seguimos firmes.”

FOLHAPRESS

Bolsonaro não tem sinais de infecção, diz novo boletim

O presidente Jair Bolsonaro apresentou evolução clínica estável no sexto dia após a operação para retirada da bolsa de colostomia, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein. Conforme a nota, o presidente não sente dor nem tem sinais de infecção.

“Hoje foi submetido à tomografia de abdômen, que descartou complicações cirúrgicas”, destaca o boletim. A equipe médica informa que a sonda nasogástrica não foi retirada e que Bolsonaro se mantém em jejum oral, com nutrição parenteral exclusiva (pela veia).

“Realiza fisioterapia respiratória e motora no quarto e segue com as medidas de prevenção de trombose venosa. Por ordem médica, o paciente segue com visitas restritas”, finaliza o boletim assinado pelos médicos Antônio Luiz Macedo, cirurgião, e Leandro Echenique, cardiologista, e Miguel Cendoroglo, Diretor Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein.

O Planalto também se manifestou. Disse que o quadro de saúde do presidente está dentro do esperado pelos médicos, lembrando do fato de Bolsonaro ter passado por três cirurgias complexas e de longa duração nos últimos meses, depois da facada em ato de campanha em Juiz de Fora (MG), no dia 6 de setembro.

Ainda conforme o Planalto, está mantida a previsão de alta de 10 dias após a cirurgia, o que seria entre quarta e quinta-feira desta semana. Mas avaliações futuras determinarão a alta e o progresso de alimentação do presidente, destacou.

O Planalto foi questionado sobre a evolução dos movimentos intestinais do presidente, mas informou que isso não foi perguntado à equipe médica. Sobre a agenda, o Planalto manteve a afirmação de que os futuros encontros de Bolsonaro vão depender da liberação médica. No Twitter, Bolsonaro disse que vai “sair dessa”.

Estadão Conteúdo

Secretário defende regionalização para evitar superlotação nos maiores hospitais do RN

José Aldenir / Agora RN

O titular da Secretaria Estadual de Saúde do RN (Sesap), Cipriano Maia, defendeu a implantação da regionalização como uma solução definitiva para o problema histórico de superlotação dos dois maiores hospitais de urgência e emergência do estado: o Walfredo Gurgel, em Natal, e o Tarcísio Maia, em Mossoró. A declaração foi dada em entrevista à TV Band Natal.

Para Cipriano, o problema da superlotação dos serviços, tanto em Natal quanto em Mossoró, só será enfrentado efetivamente com a retomada da regionalização da saúde, que é um processo básico do SUS, e a consequente resolutividade dos hospitais regionais como forma de evitar a transferência de pacientes para estas unidades.

O titular da Saúde informou que o principal foco da Sesap é investir forte na política de consórcios interfederativos, de Estado e municípios, para fazer com que esses serviços regionais e as redes funcionem com mais efetividade, respondendo às demandas e necessidades de saúde de cada região.

“Estamos nos espelhando no município de Russas no Ceará. Inclusive já convidamos o presidente da FEMURN, José Leonardo Cassimiro de Araújo, e representantes do governo para visitar o consórcio de Russas que tem uma experiência bem-sucedida na gestão de Policlínicas para implantarmos essa experiência no Rio Grande do Norte no mais curto prazo e termos melhor resolutividade e mais agilidade na gestão dos serviços próprios e ofertas de serviços de saúde pública à população”, declarou o secretário.

No processo de regionalização, o pacto com os municípios é fundamental para romper barreiras e entraves, qualificando e ofertando melhor os serviços que estão sob gerência dos municípios. Por isso, Cipriano destacou como muito importante cumprir os contratos com os municípios, com repasses de recursos regulares para que haja aumento de oferta de serviços e se evite a paralisação dos prestadores. Outro ponto destacado pelo secretário é o fortalecimento das parcerias com as Universidades em cada um dos territórios.

Novo boletim médico revela que Bolsonaro está estável, sem complicações

© REUTERS / Ueslei Marcelino (Foto de arquivo)

O presidente Jair Bolsonaro está com a saúde estável, “sem sangramentos ou qualquer outra complicação”, informa o boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein na tarde desta terça-feira (29). Segundo o documento, o presidente se sentou em uma poltrona e fez fisioterapia respiratória e motora.

Bolsonaro foi operado na manhã dessa segunda-feira (28) para retirada da bolsa de colostomia, que teve de ser colocada após sofrer um ataque a faca. Na cirurgia, foi feita a ligação entre o intestino delgado e o intestino grosso do militar.

“O excelentíssimo Presidente da República, Jair Bolsonaro, manteve-se estável durante o dia, sem sangramentos ou qualquer outra complicação. Permanece em jejum oral, recebendo analgésicos e hidratação endovenosa. À tarde sentou em poltrona e realizou fisioterapia respiratória e motora com bom desempenho. Por ordem médica, as visitas são restritas”, diz o boletim assinado pelos médicos Antônio Luiz Macedo (cirurgião), Leandro Echenique (clínico e cardiologista) e Miguel Cendoroglo (diretor Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein).

Notícias ao Minuto

Cirurgia de Bolsonaro iniciada na manhã desta segunda deve durar de três a quatro horas

A cirurgia do presidente Jair Bolsonaro para retirada da bolsa de colostomia e reconstrução do trânsito intestinal começou por volta das 7h desta quarta-feira (28) e deve durar de três a quatro horas. Será a terceira cirurgia em quatro meses, desde o ataque a facada em Juiz de Fora, Minas Gerais.

A previsão da assessoria de imprensa do Palácio do Planalto é que o porta-voz da Presidência da República, general Otávio Santana do Rêgo Barros, conceda um briefing no final da manhã desta segunda-feira.

O presidente deverá ficar no Hospital Albert Einstein por cerca de 10 dias. Nesse período, ele pretende trabalhar normalmente, despachando com ministros e assessores, além de transmitir orientações para a equipe ministerial.

O Hospital Albert Einstein organizou um espaço para o presidente despachar. Segundo o porta-voz, existe um dispositivo montado pelo gabinete de Segurança Institucional com equipamentos, possibilidades técnicas para Bolsonaro orientar seus ministros e seus órgãos e despachar.

Ontem (27), os exames laboratoriais e de imagem pré-operatórios indicaram normalidade, segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Albert Einstein, na capital paulista. A estimativa é que após as primeiras 48 horas da cirurgia, o presidente volte ao trabalho no próprio hospital.

Agência Brasil

Vereadores de oposição buscam respostas da Secretaria de Saúde e Hospital Regional de São Paulo do Potengi sobre a constante falta de médicos

A imagem pode conter: 5 pessoas, incluindo Erios Galvincio e Neilson Rodrigues de Azevedo, pessoas sorrindo, pessoas em pé, casa e atividades ao ar livre

Na manhã desta quinta-feira, 24, com a presença dos vereadores Getúlio, Jales Azevedo, Erinho e o vereador Neilson Azevedo (MDB), líder da oposição na Câmara Municipal, estiveram no Hospital Regional de São Paulo do Potengi como também na Secretaria Municipal de Saúde da cidade para saber informações sobre a constante falta de médicos que o município enfrenta.

No Hospital, a Diretora da unidade Aliete Nascimento esclareceu o porquê a constante falta de médicos. “A nossa situação aqui no hospital, todos já sabem, realmente é a falta de médicos para suprir os dias que não temos médicos plantonistas. No dia 02 de janeiro fizemos um memorando dizendo a situação do nosso hospital e mandamos para a Secretaria de Saúde do Estado, no outro dia estávamos na SESAP para conter informações, do memorando, eles nos relatou que não tinha nenhuma posição por que não tinha profissionais”.

A principal reinvindicação dos vereadores é que a Prefeitura do município através da Lei municipal N° 968/2018 de 11 de Junho de 2018 que dispõe sobre a disponibilização de profissionais da saúde plantonistas para as unidades básicas de saúde localizados no município de São Paulo do Potengi e dá outras providências, faça valer nos dias em que o Hospital não tenha médico.

A imagem pode conter: 3 pessoas, incluindo Aliete Nascimento, pessoas sorrindo, pessoas sentadas e área interna

“Enquanto alguns municípios da nossa região esta na frente, São Paulo do Potengi esta ficando pra trás. Nós vereadores de oposição estamos unidos para buscar melhorias para o hospital, precisamos dá uma resposta para a população. E nos próximos dias, junto com os demais vereadores iremos agendar uma reunião com o Secretário de Saúde do RN, Cipriano Maia, para discutimos o futuro do Hospital”, disse o vereador Neilson Azevedo.

Já na Secretaria de Saúde, a Secretária Dailva Bezerra e vice-presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN – COSEMS/RN, nos relatou que nos próximos dias o Secretário de Saúde do RN, Cipriano Maia, fará uma reunião com todos os Prefeitos do RN para discutir sobre a regionalização dos Hospitais.

Sugerimos também a Secretária Dailva na falta de médico no Hospital no período noturno a Unidade Básica de Saúde supra a demanda.