Autor: Lucas Thavares

Lula já constrói sua ‘candidatura’ a cabo eleitoral e estratégias vão aparecendo

O PT ensaia uma coreografia grandiosa para o registro da candidatura de Lula na Justiça Eleitoral. Será na próxima quarta-feira (15). Nesse dia, haverá manifestações nas principais capitais. Três marchas de movimentos sociais devem chegar a Brasília no início da semana. A multidão gritará ‘Lula livre’. Mas o PT já não cultiva a ilusão de que a cela de Curitiba será aberta antes da eleição. Embora seus dirigentes não admitam publicamente, o que está em curso é a montagem da ‘candidatura’ de Lula ao posto de cabo eleitoral, não mais à Presidência da República. O enquadramento de Lula na Lei da Ficha Limpa é tratado internamente como fava contada.

Para vitaminar o poder de transferência de votos de Lula, o petismo aposta na comoção. Na noite desta terça-feira, o PT levou às redes sociais um vídeo que insinua o que está por vir. O mote para a elaboração da peça foi um conjunto de frases pronunciadas por Lula defronte do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo em 7 de abril, dia em que se entregou à Polícia Federal. “Eu não sou mais um ser humano, eu sou uma ideia misturada com as ideias de vocês”, disse o condenado, antes de ser conduzido para a cela especial de Curitiba. “Minhas ideias já estão no ar… Agora vocês são milhões de Lulas”.

Lula e seus operadores mantêm em pé o plano de empurrar a impugnação da candidatura presidencial para uma data tão próxima do dia da eleição quanto possível. Consumado o indeferimento do registro no TSE, o partido recorrerá —primeiro à própria Corte eleitoral; depois, ao Supremo. Assim, a golpes de barriga, o PT espera esticar a corda até meados de setembro. Nesse intervalo, enverniza-se a pose de vítima de Lula.

Simultaneamente, alimenta-se o noticiário com matéria-prima para a mistificação do preso. Coisas como o estado de saúde dos seis militantes que dizem fazer greve de fome em Brasília e as evoluções da chapa tríplex (Lula—Fernando Haddad—Manuela D’Ávila), a ser convertida em chapa convencional (Haddad—Manuela) depois que a Justiça interromper, finalmente, a pantomima.

O poder de transfusão de votos de Lula será aquilatado pelas próximas pesquisas eleitorais. Em sua última sondagem, divulgada em junho, o Datafolha informara o seguinte: 30% do eleitorado dizia que votaria com certeza em um nome apoiado pelo pajé do PT. Outros 17% afirmavam que talvez votariam. Uma terceira fatia do eleitorado, estimada em 51%, declarava que não votaria num poste de Lula.

Além de elevar o índice dos eleitores que se deixam influenciar por Lula, o PT tenta reduzir as taxas de migração de votos do seu líder preso para candidatos de outros partidos. Segundo esse Datafolha de junho, 17% dos eleitores de Lula manifestavam a intenção de votar em Marina Silva se a candidatura do petista fosse barrada. Outros 13% prefeririam Ciro Gomes. Fernando Haddad, o poste de Lula, herdaria apenas 2% do eleitorado do padrinho. Até Jair Bolsonaro beliscaria uma fatia maior do cesto de votos de Lula: 6%.

JOSIAS DE SOUZA

Marina Silva diz que ausência de PT no debate é resultado de decisão do partido

Ministra do Meio Ambiente na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – condenado e preso na Operação Lava Jato –, Marina Silva (Rede) disse nesta terça-feira, 7, que a ausência do vice petista, Fernando Haddad, no debate de televisão de presidenciáveis, foi decisão do PT por insistir na candidatura de Lula.

“A falta de representação da candidatura do PT é por uma decisão do próprio partido dos trabalhadores de manter candidato alguém que está impedido pela lei em função do julgamento em segunda instância e em função da lei da ficha limpa”, disse a presidenciável da Rede, após ser entrevistada pelo apresentador Luciano Huck no GovTech, em São Paulo.

“O PT bancou essa posição. Então, participar ou não é em função da decisão política que foi tomada pelo partido”, completou. O primeiro debate entre candidatos ao Planalto ocorre na próxima quinta-feira, 8, na Band.

De acordo com a candidata da Rede, o momento é para debate entre os candidatos, não vices. Se for aberta uma exceção, “senão você cria uma situação de dois pesos e duas medidas’.

No evento, Marina aproveitou para citar conquistas de seu período como ministra do Meio Ambiente, como o programa de acompanhamento do desmatamento da Amazônia em tempo real, com imagens e dados disponíveis em tempo real para a utilização de ONGs e outras entidades.

Segundo a candidata, seu programa de governo irá contemplar um ambiente mais digitalizado, com “transparência de dados, boa gestão e fiscalização do contribuinte para combater desvios”. A tecnologia “tem que andar de mãos dadas com o desenvolvimento das pessoas”, defendeu.

ESTADÃO CONTEÚDO

Robinson e mais 15 governadores disputarão reeleição

FOTO: ALBERTO LEANDRO/PORTAL NO AR

Mesmo sem conseguir equacionar a crise que marca as finanças nos Estados, com queda de arrecadação e aumento de despesas com itens como a folha de pagamento de servidores públicos, a maioria dos governadores vai disputar a reeleição neste ano, de acordo com levantamento feito pelo Estado. Nos 26 Estados e no Distrito Federal, 16 governadores vão tentar um novo mandato – o maior número desde o pleito de 2006, quando 17 apostaram na reeleição.

Em um período de três anos, as contas dos Estados saíram de um resultado positivo de R$ 16 bilhões para um déficit de R$ 60 bilhões no fim de 2017. Além de gastos em alta, os governadores que saírem com vitória das urnas em outubro terão de herdar também os efeitos de uma das piores recessões da história recente do País, que custou aos Estados R$ 278 bilhões entre 2015 e 2017.

Diante de números tão negativos, que poderiam afetar a preferência dos eleitores, a explicação dada por analistas é de que existe uma desvinculação dos Executivos estaduais do cotidiano da população, acostumada a culpar mais as gestões municipais e federal pelos problemas na prestação de serviços e na administração do caixa público. “Os governos estaduais são essencialmente prestadores de serviço e administradores de parte da infraestrutura do Estado”, disse o cientista político Fernando Schüler, do Insper.

“Isso faz com que o índice de reeleição dos governos seja favorável”, afirmou Schüler. Segundo ele, o fato de os Estados não serem responsáveis por formular políticas econômicas, questões como o desemprego acabam não sendo vinculadas aos governadores. “Mesmo com um presidente mal avaliado, o governador pode oferecer retórica positiva que o afaste da crise ”

A deterioração das contas atinge a maioria das administrações, mas é mais nítida em Estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte – onde desde 2015 falta dinheiro para pagar em dia os salários de quase 100 mil trabalhadores com vínculos com o Executivo local e o décimo terceiro de 2017 ainda não foi depositado para quem ganha acima de R$ 4 mil. Como alternativa, o governador Robinson Faria tem recorrido ao Fundo Financeiro do Instituto de Previdência dos Servidores Estaduais. Desde que assumiu o cargo, em 2015, ele já sacou R$ 1 bilhão desse fundo.

Filiado ao PSD, Faria é um dos atuais governadores que vai se lançar à reeleição, desta vez embalado por uma coligação de 12 partidos, entre eles, o PSDB, PRB, PTB e PR. Procurado, o governador não falou sobre a situação do Estado até a conclusão desta edição. Mas, durante a convenção que confirmou seu nome ao governo potiguar, disse que o enfrentamento da crise o impediu de entregar as obras prometidas.

O fato de os governadores não serem identificados com as crises, na avaliação de Schüler, ajuda partidos nacionalmente afetados pela recessão, como é o caso do PT. “Apesar de todas as questões do PT, seus governadores vão bem nas pesquisas, mesmo que nacionalmente o partido tenha recuado”, afirmou ele. É o caso do governador da Bahia, Rui Costa (PT), que tentará mais quatro anos. “Não posso comentar a decisão dos outros 15 governadores, mas tenho a convicção de que tomei a decisão acertada. Atendi à vontade de um grande grupo político e da maioria dos baianos, que tem avaliado positivamente minha gestão”, afirmou ele.

Crônico

Exceção nesse panorama, segundo Schüler, é o Rio Grande do Sul, que desde 1998 nunca reelegeu um governador. “Lá o déficit fiscal é um problema crônico. Trata-se de um Estado que presta mal os serviços, onde é difícil governar e fazer reformas. Sartori tentou fazer algumas, mas não teve sucesso.” Falando em continuidade e de “não fugir da raia”, o governador gaúcho José Ivo Sartori (MDB) também oficializou a sua candidatura à reeleição.

“Fui chamado a concorrer à reeleição para dar continuidade aos projetos de modernização de gestão e controle da máquina pública”, disse ele ao Estado. No primeiro semestre de 2018, mesmo com a ênfase ao ajuste fiscal, o rombo mais do que dobrou em relação a igual período de 2017. A previsão é que o novo governador tome posse com um buraco avaliado em R$ 4 bilhões.

Por Paulo Beraldo, Ana Neira, Luiz Raatz e Ricardo Araújo 

 

Boulos é o primeiro a registrar candidatura à Presidência no TSE

Guilherme Boulos nasceu na capital paulista, tem 35 anos, é filho de dois médicos e professores da USP

Agência Brasil

O candidato à Presidência da República Guilherme Boulos (PSOL) registrou nesta segunda-feira, 6, sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Boulos foi o primeiro a fazer o pedido para concorrer às eleições de outubro. Sônia Guajajara será candidata a vice.

Ao solicitar o pedido de registro ao TSE, o candidato informou que a coligação Vamos sem Medo de Mudar o Brasil será formada pelo PSOL e o PCB. Na lista de bens declarados à Justiça Eleitoral, o candidato informou que possui patrimônio de R$ 15,4 mil, valor cadastrado como veículo automotor terrestre, caminhão, automóvel, moto. Sônia Guajajara declarou R$ 11 mil depositados em uma poupança.

Guilherme Boulos nasceu na capital paulista, tem 35 anos, é filho de dois médicos e professores da Universidade de São Paulo (USP). É filósofo formado pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, na qual ingressou no ano 2000. Também é psicanalista, professor e escritor.

A vida política de Boulos começou em 1997, aos 15 anos, quando ingressou no movimento estudantil como militante na União da Juventude Comunista (UJC). Depois conheceu o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), do qual é coordenador.

Sônia Guajajara é índia da etnia Guajajara/Tentehar, da Terra Indígena Arariboia, no Maranhão. Filha de pais analfabetos, ela deixou o lugar onde nasceu pela primeira vez aos 15 anos, quando recebeu ajuda da Fundação Nacional do Índio (Funai) para cursar o ensino médio em Minas Gerais. Depois, voltou para o Maranhão, onde se formou em letras e enfermagem e fez pós-graduação em educação especial.

Militante indígena e ambiental, Sônia lutou contra projetos que ameaçavam o meio ambiente, ganhando projeção internacional pela luta travada em nome dos direitos dos índios e voz ativa no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).

Impugnação

Com a definição dos 13 candidatos à Presidência, as legendas têm agora que registrar seus candidatos à Presidência no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo termina no dia 15 de agosto, às 19h. Em seguida, caberá ao Ministério Público Eleitoral (MPE), a qualquer candidato, a partido político ou coligação a possibilidade de impugnar os registros apresentados à Justiça Eleitoral.

Para tanto, na fundamentação que deve ser enviada ao tribunal, o impugnante deverá apresentar argumentos jurídicos contra o registro da candidatura, como algum impedimento legal previsto na Lei da Ficha Lima que gere inelegibilidade. Caberá a um ministro do TSE analisar os argumentos e decidir se o candidato poderá disputar as eleições.

A propaganda eleitoral por meio de carros de som, comícios e internet estará liberada a partir do dia 16 deste mês. O primeiro turno do pleito será realizado dia 7 de outubro e segundo, no dia 28 do mesmo mês.

II Encontro de Blogueiros no Potengi será realizado no dia 25 de Agosto em São Paulo do Potengi

Numa realização dos Blog do Lucas Tavares, Diário do Potengi, Blog do Silvério Alves, RN Notícias e Blog do Potengi, no próximo dia 25 de Agosto, um sábado, na Câmara Municipal de São Paulo do Potengi/RN, acontecerá o II ENCONTRO DE BLOGUEIROS NO POTENGI.

O evento contará com os seguintes palestrantes: Anna Ruth Dantas, Jornalista, Pós-graduanda em Mídias Sociais, com diversos cursos na área de Assessoria de Comunicação e redes sociais, correspondente da Agência O Estado e apresentadora do programa RN Acontece, da Band Natal.

Cristiano Barros, Advogado, Especialista em Direito Eleitoral, Sócio Fundador e Presidente do Instituto Potiguar de Direito Eleitoral e Membro da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/RN.

Para participar do evento, basta clicar no link e fazer sua inscrição: https://www.sympla.com.br/ii-encontro-de-blogueiros-no-potengi__319001

Rogério Marinho é destaque na revista Época: “Imposto desrespeita liberdade sindical”

A revista Época desta semana promove o debate em torno do fim da obrigatoriedade do imposto sindical, que passou a ser opcional após a entrada em vigor das novas leis trabalhistas, no fim do ano passado. Em destaque, o veículo publicou uma entrevista com o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), relator da modernização das leis do trabalho, e também ouviu o deputado Paulinho da Força (Solidariedade), que é a favor da manutenção do tributo.

Para Rogério, “o imposto desrespeita a liberdade sindical. A própria OIT (Organização Internacional do Trabalho) recomenda que as pessoas possam escolher livremente contribuir ou não. Há uma distorção no Brasil”. O parlamentar relembrou o fato do país ter mais de 17 mil sindicatos, enquanto outras nações do mundo possuem cerca de 140, 100 ou até 40 entidades deste tipo.

Ao ser questionado pela revista Época sobre como os sindicatos conseguiriam se sustentar sem o imposto, Rogério disse que os mesmo precisam prestar um bom serviço aos seus associados, para que estes aceitem contribuir de forma voluntária. “Dos 17 mil sindicatos lhe garanto que boa parte não tem nenhuma representatividade e não vai fazer nenhuma falta ao país”, completou.

Ainda na entrevista, o parlamentar rebateu qualquer chance de ressuscitar o imposto, como tem defendido Paulinho da Força. Segundo Rogério, criar uma alternativa seria “uma afronta clara à lei”, que já foi inclusive respaldada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A Época ainda perguntou ao deputado potiguar se o candidato a presidente do PSDB, Geraldo Alckmin, estaria disposto a apoiar uma nova contribuição sindical. “Não vi nenhuma declaração de Alckmin neste sentido. Conversei inclusive com Alckmin. E, depois do programa Roda Viva, Alckmin deu uma declaração peremptória negando isso, dizendo que não há nenhuma possibilidade da volta do imposto e elogiando a reforma trabalhista”.

 

Fátima Bezerra debate programa de governo em São Paulo do Potengi

A candidata ao Governo do RN pela coligação “Frente Popular”, senadora Fátima Bezerra, dedicou este domingo às discussões sobre programa de governo nas regiões Mato Grande e Potengi. João Câmara e São Paulo do Potengi receberam o seminário “O RN que o povo quer”, plataforma de debates lançada pelo PT para dialogar com a população do Rio Grande do Norte sobre o Estado que os potiguares querem para viver.

“Vamos fazer uma gestão participativa, voltada para os interesses de todos e de todas, para um lugar melhor de se viver. Um RN para todos os potiguares e não para poucos privilegiados”, disse Fátima, que estava acompanhada dos candidatos ao Senado, Zenaide Maia e Alexandre Motta, e dos que disputarão a Câmara Federal e Assembleia pela coligação.

PSD confirma candidatura de Dra. Ederlinda Dias a deputada estadual

Neste domingo (05), em convenção realizada no Hotel Holiday Inn, o PSD oficializou a candidatura a deputada estadual de Ederlinda Dias, ex-secretária adjunta de Saúde do RN e ex-secretária municipal de Saúde de Macaíba. Esta será a primeira disputa eleitoral da dentista que conquistou destaque após seu bom desempenho nas funções ocupadas por ela em ambos os governos.

Dra. Ederlinda, como é mais conhecida, agradeceu a confiança da legenda e disse que buscará a partir de agora mostrar que pode representar o povo potiguar na Assembleia Legislativa. “Nós já estamos trabalhando da forma como podemos para atender as reivindicações da população, em especial de Macaíba e da Grande Natal, mas acreditamos que podemos fazer muito mais pelo povo potiguar. Por isso colocamos aqui o nosso nome a disposição para representar o Estado”, disse.

Na Assembleia Legislativa, Ederlinda pretende fortalecer ainda mais sua luta a favor de uma saúde pública de qualidade. “Vamos ficar vigilantes e lutar para que tenhamos um bom serviço, assim como já fizemos em Macaíba durante nossa gestão na Secretaria. Fazia anos que nossa maternidade não funcionava, que não nascia um macaibense. Colocamos para funcionar com muito trabalho”, disse.

Vereadores e líderes políticos recebem seus deputados em São Paulo do Potengi

Com a realização da 37° vaquejada de São Paulo do Potengi, como todos sabem, movimenta a economia da cidade, como também o município é bastante visitado nos dias que acontece a tradicional vaquejada, não foi diferente para alguns políticos. Tivemos visitas de alguns políticos em São Paulo do Potengi.

Vereadores e lideres políticos receberam seus representantes em suas respectivas residências.

O Vereador Diogo Alves que iria caminhar com o vice-governador, Fábio Dantas, que retirou seu nome do pleito de 2018, agora vai caminhar com a Senadora Fátima, pré-candidata ao governo. Diogo recebeu a senadora Fátima, a deputada Zenaide e Cristiane, e Fábio Dantas em sua residência. Logo em seguida, Diogo, Fátima e Zenaide participaram do seminário “O RN que o povo quer” que aconteceu no CENTRAF em nossa cidade.

Deputada Cristiane, Diogo Alves e Fábio Dantas.
Deputada Zenaide, Diogo Alves e Fátima Bezerra.

Já o Vereador Neilson recebeu a ilustre visita do Deputado Hermano Morais na granja do engenheiro Pacelli, aonde estava acontecendo uma confraternização entre amigos.

Na sua granja, Pacelli reuniu amigos e familiares em uma confraternização, e quem compareceu foi o Deputado Gustavo Carvalho, acompanhado de Geraldo Melo, pré-candidato ao senado.

E assim foi o final de semana de alguns políticos…

De olho na vice, PCdoB retira candidatura de Manuela e fecha com o PT

Manuela D’Ávila (PCdoB), que deixa a disputa pela Presidência para ser vice de uma candidatura do PT (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Não vai ser dessa vez que o PCdoB terá o seu primeiro candidato à Presidência desde a redemocratização. Repetindo uma história que acontece desde 1989, os comunistas retiraram a candidatura de Manuela D’Ávila, decidida em convenção na última quarta-feira, e fecharam coligação para apoiar uma candidatura do PT ao Palácio do Planalto, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Pelo anúncio conjunto dos dois partidos, no final da noite deste domingo (5), Manuela será candidata a vice-presidente na chapa petista, apesar do registrado junto à Justiça Eleitoral no primeiro momento ser o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, do próprio PT. A justificativa oficial é que Haddad foi escolhido para ser o “representante” de Lula e que, quando a situação do ex-presidente estiver juridicamente “regularizada”, ele dará lugar para a deputada gaúcha.

Registrar Haddad como vice seria uma “estratégia eleitoral”, nas palavras da presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), para dar contornos oficiais à essa “representação”. Na prática, a expectativa é que com o ex-presidente não conseguindo obter uma liberação da Justiça para concorrer, Haddad assuma a cabeça de chapa e a comunista ocupe o seu prometido lugar de vice.

Apesar de ser a oitava vez que o PCdoB apoia o PT, essa será a primeira em que os comunistas indicarão o companheiro de chapa. Os petistas indicaram presidente e vice em 1994 e nas demais composições foram escolhidos nomes de outros partidos: PSB (1989), PDT (1998), PL (atual PR, 2002), PRB (2006) e PMDB (atual MDB, 2010 e 2014).

Durante o anúncio, a presidente do PCdoB, deputada Luciana Santos (PE), lamentou a “falta de uma aliança mais ampla” como a desejada pelo partido – que chegou a dizer nos bastidores que ou fechava com todos os partidos de esquerda ou com nenhum –, mas justificou a decisão alegando a “agenda ultraliberal” adotada pelo governo de Michel Temer (MDB), que justificaria a pretensa urgência de uma vitória da esquerda, por isso a decisão.

A coligação formada e que será registrada na Justiça Eleitoral terá PT, PCdoB, Pros e PCO. Outros dois partidos de esquerda terão candidatos próprios, o PDT com Ciro Gomes e o PSOL com Guilherme Boulos, enquanto o PSB optou pela neutralidade.

VEJA

Open chat