Imprevisível, presidente Bolsonaro declarou que Mourão poderia continuar como seu vice em 2022

Bolsonaro e Mourão. Foto: Reprodução

A imoralidade do “Fundão” eleitoral
Verdadeiro escárnio, a aprovação na Câmara dos Deputados do bilionário “pacote” de R$ 5,7 bilhões de reais destinado ao “Fundão”, para bancar as campanhas de 2022. Agora, dependerá do Senado a confirmação para garantir os bolsos cheios de dinheiro dos partidos. Além disso, emendas orçamentárias de valores altíssimos.

Dinheiro
O financiamento público deve existir. Porém, com absoluta “parcimônia”, diante do quadro caótico instaurado com o alastramento do coronavírus. Essa conjuntura exige ações urgentes para socorrer, principalmente aos mais pobres.

Injustificável
R$ 5,7 bilhões é uma cifra demasiada. Cada centavo vale um milhão para salvar vidas. A campanha de 2002, com menos recursos, poderia ser exemplar, na medida em que o eleitor votasse livremente, basicamente com os esclarecimentos advindos da propaganda eleitoral gratuita no rádio e TV. Sabe-se que a tecnologia tornou muito mais barata a realização de uma campanha.

Agravante
O mais grave é que o dinheiro será manipulado ao bel prazer das cúpulas partidárias, que usam para pagamento de salários astronômicos, marketings milionários e até aluguel de mansões, em Brasília. Regra geral, quem não tem mandato, nada recebe. Há anos isso acontece. E como a mudança depende dos partidos beneficiários, as maiorias se formam no Parlamento para evitá-las. Até quando? É o caso de lembrar Cícero, o orador da República Romana: “até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência? ”

Reabertura
Fato relevante para a cultura potiguar a reabertura do Teatro Alberto Maranhão. Um patrimônio do nosso estado.

Objetivo
Lula ao aproximar-se de Alckmin busca interlocutor com grupos político e sociais mais distantes do partido. Repete a estratégia usada com José Alencar. Porém, há reações contrárias em áreas radicais do PT.

Frente
A intenção de Lula é formar frente de apoio à sua candidatura, que poderá ir além de aliados tradicionais da centro esquerda, como o PSB, o PCdoB, o PV e talvez a Rede e o PSOL.

Reaproximação
Fala-se que o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia e o presidente do DEM, ACM Neto estão se reaproximando.

Lula
Em jantar, no último domingo, o ex-presidente Lula disse que não é ainda candidato a presidente. Negou convite a Alckmin para vice. Mas fez um discurso exaltado em tom de campanha, falando sobre a necessidade de enfrentar a fome, o desemprego e o ódio.

STF
O ex-ministro Marco Aurélio Mello, que atuará como parecerista, declarou que o STF tem decidido no “vácuo deixado pelo Executivo”.

Voto
O Datafolha constata, que 70% dos eleitores não alteram a sua intenção de voto, caso se confirme a aliança de Lula com Alckmin.

Idas e vindas
No seu estilo imprevisível, Bolsonaro declarou, que Mourão poderia continuar como seu vice em 2022. Durante o mandato tem sido de tensões a convivência dos dois.

Paris
A Prefeitura de Paris confirmou que não haverá apresentações de fogos de artifício e shows no Réveillon da Champs Elysées. O motivo é o risco de explosão de casos de Covid, por causa da variante Ômicron.

Dúvida
Na formação de federações partidárias há dúvida se todos os partidos serão obrigados a apoiar os mesmos candidatos a governador? Podem fazer alianças regionais com partidos isolados? O TSE dará orientação, mas só em fevereiro, depois do recesso.

Apoio
A tendência do ex-deputado Roberto Freire, presidente do Cidadania, é apoiar João Doria para presidente. Uma ala quer apoiar Moro.

Gesto
O candidato derrotado à presidente do Chile cumprimentou o vitorioso. Prova de civilidade política.

Com informações do Jornal Agora RN

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