Dia: 16 de julho de 2021

Ex-filiado do MDB, Benes Leocádio procura Garibaldi e Walter por aliança para 2022

Reprodução

O pré-candidato ao Governo do RN pelo Republicanos, deputado federal Benes Leocádio, entrou em contato com o presidente do MDB, deputado Walter Alves, para discutir um possível apoio emedebista ao projeto político recém lançado por Benes. O parlamentar aposta numa aproximação com o partido em função do histórico de apoios que deu à legenda de Walter ao longo dos anos em eleições anteriores, inclusive já tendo sido filiado à sigla.

“É mais fácil o MDB votar em quem tem essa identidade com ele ou naqueles que nunca votaram nessas pessoas? E aí o próprio Rio Grande do Norte, a história vai nos responder. Eu espero e tenho quase que certeza que, se isso for válido, será muito forte pra estarmos juntos também em mais uma eleição no próximo ano”, disse Benes em entrevista à 98 FM na noite desta quinta-feira (15).

A declaração de Benes surge em um momento em que se especula um possível apoio do MDB à candidatura de Fátima Bezerra à reeleição. Segundo interlocutores, o partido comandado por Walter tem conversas adiantadas com o PT no Rio Grande do Norte. Setores do MDB, porém, já declararam que são contra um possível apoio da sigla à governadora petista.

Grande Ponto

Rogério Marinho ameaça se demitir após corte no orçamento feito por Paulo Guedes

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A coluna Radar, da Veja, destaca nesta sexta-feira(16) que, recentemente, Jair Bolsonaro chamou Paulo Guedes e mandou o ministro da Economia abrir espaço no orçamento para repassar 1 bilhão de reais a obras de Infraestrutura tocadas por Tarcísio de Freitas.

Guedes se reuniu com a Casa Civil de Luiz Eduardo Ramos e teve então que buscar os chamados “recursos empoçados”, o dinheiro já liberado nos ministérios, mas que ainda não foi utilizado. Onde Guedes e a Junta Orçamentária acabaram batendo? Na pasta de *Rogério Marinho* e em outros ministérios, claro

Ao perceber o corte, Marinho, indignado, foi o único ministro a ir ao Planalto e, frente a frente com Luiz Eduardo Ramos, disse que entregaria o cargo se o dinheiro fosse transferido.

Depois do atrito, Marinho saiu de férias. Bolsonaro, ao saber que o dinheiro não havia sido liberado pelo ministro, mandou chamar o secretário-executivo do Desenvolvimento Regional, que despachava como interino, e ordenou que o dinheiro fosse liberado.

Como Bolsonaro ignorou a ameaça do auxiliar e Marinho continua de férias, ninguém sabe se o ministro vai mesmo se demitir na volta do descanso.

Radar – Veja