Com isolamento, RN perde 8,3 mil empregos em abril; queda já é de 13 mil em 2020

O Rio Grande do Norte perdeu 8.303 empregos em abril. Essa foi a diferença entre o número de admitidos (4.389) e o de demitidos (8.303). A variação negativa no estado potiguar foi de -1,97%. No acumulado de janeiro a abril o RN já perdeu 13.108 empregos em 2020.

Os maiores responsáveis pelo desempenho negativo do Rio Grande do Norte na economia em abril foram os setores do comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (-2.167); alojamento e alimentação (-1.545); informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (-1.141), agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-791); construção (-755) e indústrias de transformação (-672).

Os números negativos não foram exclusividade do RN em abril. Todos os estados da federação sofreram os efeitos do isolamento social e demitiram mais do que contrataram. O Brasil fechou o mês com saldo negativo de -860.503 postos de trabalho. Esse resultado decorreu de 598.596 admissões e de 1.459.099 desligamentos.

As Unidades Federativas com maior saldo negativo foram:

• São Paulo: -260.902 postos (-2,16%);

• Minas Gerais: -88.298 postos (-2,16%);

• Rio de Janeiro: -83.626 postos (-2,58%);

• Rio Grande do Sul: -74.686 postos (-2,95%);

• Santa Catarina: -73.111 postos (-3,46%);

• Paraná: -55.008 postos (-2,05%).

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