Dia: 15 de maio de 2020

MINISTÉRIO DA SAÚDE: Veja quem são os favoritos para suceder Teich, entre eles 2 militares

Nelson Teich | Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Nelson Teich pediu demissão a Jair Bolsonaro. O motivo, ou melhor a gota d’água, foi a decisão de Bolsonaro de mudar o protocolo de prescrição da cloroquina.

A recomendação atualmente é que a cloroquina possa ser usada somente em casos graves. Bolsonaro insiste que o protocolo passe a indicar o medicamento também no início do tratamento. Teich não concorda. Hoje à tarde, Teich fala à imprensa para (tentar) explicar o que aconteceu.

Bolsonaro já disse mais de uma vez:

— Dou liberdade aos meus ministros, mas quem manda sou eu.

Teich ficou apenas 28 dias no cargo.

Os favoritos para a sucedê-lo são: o general Eduardo Pazuelo, que Bolsonaro impôs como o segundo de Teich; o eterno candidato Osmar Terra; e o Contra-Almirante Luiz Froes, diretor de Saúde da Marinha.

Froes é quem tem, no entanto, mais chances por ser o preferido do general Braga Netto.

Lauro Jardim – O Globo

“Oremos. Força SUS”, diz Mandetta após saída de Teich do Ministério da Saúde

Foto: Reprodução/Twitter

Poucos minutos após o agora ex-ministro da Saúde, Nelson Teich, anunciar a demissão da pasta nesta sexta-feira (15), o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta usou suas redes sociais para se pronunciar. “Oremos. Força SUS. Ciência. Paciência. Fé!”, disse. Veja:

O ministro saiu do cargo antes mesmo de completar um mês. Ele foi chamado para o ministério em 17 de abril, após a demissão de Mandetta. Assim como ele, Teich vinha apresentando discordâncias com o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro sobre as medidas de combate ao novo coronavírus. Uma das principais medidas de discordância é o uso da cloroquina no sistema de saúde brasileiro.o.

Com informações do Jornal de Brasília

Caern investe em conserto de mais equipamentos hospitalares e Hospital Regional Monsenhor Expedito será beneficiado

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) tem se mantido próxima dos potiguares para o enfrentamento da Covid-19. Para aumentar a disponibilidade de equipamentos hospitalares para o tratamento da doença, a empresa investirá R$ 72 mil no conserto de respiradores, umidificadores e blenders pertencentes ao Governo do Estado.

A Ordem de Serviço para o conserto foi emitida pela Caern nesta quinta-feira (14) para a Microserv Serviços de Equipamentos Hospitalares. O contrato é realizado com recursos próprios da Companhia. Vale ressaltar, que somado ao investimento realizado em abril, o valor total investido é de R$126 mil.

Nesta nova etapa serão recuperados 18 respiradores, 15 umidificadores e 8 blenders. Os equipamentos serão destinados para os seguintes hospitais: Hospital Dr. José Pedro Bezerra; Hospital Regional Tarcísio Maia; Hospital Dr. Ruy Pereira; Hospital São Paulo do Potengi; Hospital Alfredo Mesquita; Hospital Dr. João Machado; Hospital Dr. Mariano; Hospital Regional de João Câmara; Hospital Regional Cleodon Carlos de Andrade; Hospital Pediátrico Maria Alice Fernandes, e; Hospital Regional de Apodi.

A previsão é que os equipamentos sejam entregues ainda no mês de maio. O Diretor Presidente da Caern, Roberto Linhares destaca que este é um momento de somar esforços para o enfrentamento da crise trazida pela pandemia do Coronavírus e que o apoio da Caern tem sido pautado na responsabilidade social.

ABRIL

No mês passado a Companhia consertou oito respiradores e três umidificadores que foram entregues para o Hospital da Polícia Militar (HPM), em Natal.

PARCERIA

A ação faz parte de uma mobilização da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), da Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio), da Associação Comercial e Empresarial do Rio Grande do Norte (ACRN) e da Federação das Associações Comercias do Rio Grande do Norte (Facern) para apoiar o Estado no enfrentamento da pandemia do Coronavírus.

Nelson Teich pede demissão e deixa o Ministério da Saúde antes de completar um mês no cargo

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

O ministro da Saúde, Nelson Teich, deixou o cargo nesta sexta-feira (15), antes de completar um mês à frente da pasta. Em nota, a pasta informou que ele pediu demissão.

Teich tomou posse em 17 de abril. Essa é a segunda saída de um ministro da Saúde em meio à pandemia do coronavírus. Teich havia substituído Luiz Henrique Mandetta.

Assim como Mandetta, Teich também apresentou discordâncias com o presidente Jair Bolsonaro sobre as medidas para combate ao coronavírus.

Nos últimos dias, o presidente e Teich tiveram desentendimentos sobre:

o uso da cloroquina no tratamento da covid-19 (doença causada pelo vírus). Bolsonaro quer alterar o protocolo do SUS e permitir a aplicação do remédio desde o início do tratamento.

o decreto de Bolsonaro que ampliou as atividades essenciais no período da pandemia e incluiu salões de beleza, barbearia e academias de ginástica

detalhes do plano com diretrizes para a saída do isolamento. O presidente defende uma flexibilização mais imediata e mais ampla.

Teich foi chamado para uma reunião no Palácio do Planalto nesta manhã. Ele esteve com Bolsonaro e depois voltou para o prédio do Ministério da Saúde. A demissão foi anunciada logo depois.

G1

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