Dia: 27 de abril de 2020

Comunidade de São Sebastião 3 em Ielmo Marinho receberá nova quadra de esportes; obra inicia em Junho

A Prefeitura de Ielmo Marinho, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEMTEL), anuncia a construção de uma quadra poliesportiva no Assentamento São Sebastião 3. A empreiteira contratada vistoriou o local escolhido para a obra na última sexta-feira (24), e confirmou o início do serviço para o mês de junho.

Representantes da SEMTEL, o engenheiro Eduardo Castro, o vereador Tiago Menezes e o líder comunitário Teté também participaram da visita, ao lado dos funcionários da Atlas Serviços e Construções Ltda.

“Nosso objetivo é fomentar ainda mais o esporte em Ielmo Marinho. A quadra é uma reivindicação antiga do São Sebastião 3, e um compromisso do prefeito Dr° Cássio. A comunidade merece, e terá uma praça esportiva à altura. O projeto está muito bonito”, declarou Tonico Menezes.

Outras duas quadras de esportes estão sendo recuperadas pela Prefeitura: as de Chã do Moreno e Nova Descoberta, que serão entregues nas próximas semanas. Na sequência, os aparelhos do São Sebastião 2, Umari e Alegria também passarão por reforma.

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Vereador Emerson encaminhará pedido de apoio aos parlamentares do RN para solicitar ao MEC que as provas do ENEM sejam realizadas em São Paulo do Potengi

O Vereador Emerson da cidade de São Tomé, ex-presidente da Câmara Municipal, publicou neste sábado, 25 de abril, no seu Twitter que irá encaminhar o pedido de apoio ao deputado estadual Francisco do PT, da deputada federal Natália Bonavides e do Senador Potiguar Jean-Paul Prates para solicitar junto ao Ministério da Educação (MEC) que as provas do ENEM sejam aplicadas em São Paulo do Potengi, beneficiando assim, estudantes de toda região.

Em resposta ao Twitter do vereador Emerson, o deputado Francisco do PT parabenizou o vereador pela iniciativa e colocou-se a disposição para ajudar. “Conte conosco. A mudança do local das provas do ENEM de Natal para São Paulo do Potengi vai beneficiar principalmente toda juventude do território Potengi com a redução de até 100 km de deslocamento. Parabéns pela iniciativa que tem o nosso apoio vereador Emerson”.

Senador Jean-Paul Prates destina 310mil para São Paulo do Potengi

O Senador Jean-Paul Prates (PT-RN), atendendo a solicitação do vereador João Cabral, destinará duas emendas parlamentar ao município de São Paulo do Potengi, uma no valor R$ 100.000,00 para a saúde, destinado a compra de equipamentos ou medicamentos e outra para a agricultura no valor de R$ 210.000,00, para compra de equipamentos de apoio ao desenvolvimento da agricultura do município.

“Fica o agradecimento ao Senador, quem tem mostrado um grande zelo e apreço pelo povo Potengiense e que estas emendas, somadas à outras já conquistadas pelo meu mandato, me faz sentir realizado por contribuir com o desenvolvimento do meu município”, disse João Cabral.

Hospital Regional de São Paulo do Potengi passa por avaliação e poderá ser o hospital referência para o combate ao Covid-19 na região Potengi

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Na última sexta-feira, 24, uma equipe da Secretaria Estadual de Saúde do RN, juntamente com a V Regional de Saúde, estiveram no Hospital Regional de São Paulo do Potengi para realizar uma avaliação no hospital para que possa ser referência no combate ao Covid-19, o coronavírus.

Estava presente nesta avaliação, a Diretora Administrativa do hospital, Eliane; Nelsilene, Secretária Municipal de Saúde; Luana Priscila, Coordenadora da Atenção Básica e Dailva Bezerra representando o Comitê de enfrentamento da Covid-19 de São Paulo do Potengi.

Na oportunidade, ficou definido que nestes 20 dias será implantado 6 leitos de UTI e 10 leitos clínicos para o Covid-19.

Carcará do Potengi: Moro saiu: Oh! E agora, quem poderá nos defender?

Aqui do meu ninho e tomando as devidas precauções contra o Covid-19, com minha excepcional visão (pode pesquisar!), observei um incêndio recente e de proporções devastadores em Brasília: o pedido de demissão do ex-juiz e agora ex-ministro Sérgio Moro, do ministério da justiça. Por um instante, aliás, por praticamente um dia, o Brasil esqueceu um pouco do vírus que está castigando a humanidade e sendo o carrasco de vidas mundo afora.

Voltando no tempo, vamos para novembro de 2018, quando o presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou Sérgio Moro como seu futuro ministro da justiça. Havia todo um simbolismo naquela indicação, afinal, o ainda juiz (só pediu demissão depois) era “o cara” (sem trocadilho com nenhum ex-presidente), considerando o seu trabalho à frente das condenações da operação lava-jato. Bolsonaro queria mostrar que o seu governo, ao longo de pelo menos 4 anos, iria trabalhar no combate à corrupção e ao crime organizado, e nada melhor que nomear quem melhor representasse tudo isso. Até aí tudo bem.

O problema é que, no meio do caminho, após 1 ano e 4 meses, o capitão reformado apresentou o dicionário “Bolsonarês”, que saiu com somente um exemplar, e que o chefe geral da nação guarda com unhas e dentes em sua cabeceira, junto de sua arma, é claro.

Na edição limitadíssima da publicação acima citada, há o verbete “autonomia”, ao qual Moro foi devidamente apresentado no imbróglio que envolveu a saída a pedido ou ex-officio (ninguém sabe mais de nada!) do diretor geral da Polícia Federal, delegado Maurício Valeixo, em virtude da tentativa do presidente, segundo Moro, de interferir politicamente na instituição.

Em seu discurso pós discurso de Sérgio Moro, Bolsonaro finalmente explicou, por mais óbvio que possa parecer, que autonomia é diferente de soberania. Nesse ponto, ficará a eterna dúvida se Bolsonaro explicou tim-tim por tim-tim sobre o que era a carta branca (não tão branca assim!) que ele garantira ao magistrado quando da indicação para ministro. Resta também a dúvida se Moro foi inocente. Acredito que ele não foi político, como de fato não era.

Naquele encontro simbólico no final de 2018 estavam um político e um juiz, celebrando uma união. Realmente, não tinha como acabar bem esse casamento, e o divórcio foi traumático para as duas partes. Moro pode figurar muito bem como o marido traído, que vê seu consorte ceder aos encantos da política, aquela mesma velha política que dizia combater, cortejando o “centrão”, transformando cargos na PF como moeda de troca, uma espécie de toma lá dá cá com o congresso, ou parte dele.

Nossa democracia é assim. O eleitor que vota em Bolsonaro, em muitos casos, é o mesmo que votou em deputados que estão atolados até o pescoço em investigações ainda da lava-jato e outras.

Nessa verdadeira luta verbal de UFC entre os dois, Moro ganhou o embate com larga pontuação e deixou um Bolsonaro quase desvalido, sendo amparado por seus médicos-ministros.

Assim como Lula em 2003, Bolsonaro teve que ceder aos encantos de uma ala do congresso para garantir a tão sonhada governabilidade. Há que diga que o carro perdeu o controle e encontra-se desgovernado.

Brasília e o Brasil não serão mais os mesmos. Tenho a impressão de que entre caçadas e voos, vou ter muito o que escrever ainda sobre esse assunto.

Por fim, assim como eu aqui no meu ninho, fique em casa tá ok?

Guedes reafirma ajuste fiscal em reunião com Bolsonaro e ministros no Alvorada

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Em sinal de apoio àquele que é considerado o último “superministro” de governo, o presidente da República, Jair Bolsonaro, convocou Paulo Guedes, no Alvorada, para defender o ajuste fiscal em uma conversa com ministros de áreas que pedem por novos investimentos neste momento de pandemia.

Essa defesa significa que o governo não está disposto a exceder nos gastos. Os titulares das pastas da Agricultura, Tereza Cristina, e da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, estão na reunião na residência presidencial.

“Essa reunião é um freio de acerto para mostrar que quem está no comando da Economia é Paulo Guedes e ninguém pode fazer nada à revelia”, afirmou, à coluna, um auxiliar do ministro.

A avaliação da equipe de confiança de Guedes é de que com a saída do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, o ministro da Economia ficou mais forte. É que na escala de ministros poderosos do governo, Paulo Guedes posa isolado diante de outros ministros com currículo menor.

A rivalidade com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, ex-auxiliar de Guedes na Economia, já extrapolou as paredes do Planalto. A defesa de Marinho pela liberação de mais recursos públicos para conter os efeitos do coronavírus foi entendida como uma afronta à política de ajuste fiscal.

Em uma comparação que incomoda o governo, o programa pró-Brasil, que prevê investimentos públicos em obras públicas, foi igualado a um novo PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento.

CNN

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