Bloqueio da Assembleia é inadmissível e não voltará a ocorrer, diz Ezequiel

O bloqueio das entradas de acessos à Assembleia Legislativa por manifestantes não voltará a ocorrer. Foi o que garantiu o presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), ontem, na primeira sessão ordinária depois da sexta-feira (08), quando sindicalistas tentaram impedir uma homenagem ao secretário especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, o ex-deputado Rogério Marinho.

Ezequiel Ferreira lamentou que, “pela primeira vez, na homenagem de um parlamentar a um cidadão norte-riograndense, a Assembleia teve o impedimento por manifestantes da possibilidade dos funcionários e deputados entrarem na Casa”.

Ezequiel Ferreira reforçou que “isso é inadmissível e não ocorrerá novamente”, porque “se for necessário usar a força, vai se usar a força”. O presidente da Assembleia disse que “sabe respeitar as pessoas” e aprendeu “muito cedo que a gente dá respeito, mas recebe também”.

Segundo relato do presidente da Assembleia, já na quinta-feira (07), ele recebeu um grupo de sindicalistas filiados à Central Única dos Trabalhadores (CUT), a pedido do deputado estadual Francisco do PT, que lhe informou desconhecer o assunto a ser apresentado na reunião: “Recebi como faço democraticamente e um deles entrou já filmando com o telefone celular”.

Ezequiel Ferreira informou aos deputados, no plenário, o grupo de sindicalistas da CUT entregou um requerimento para que proibisse a homenagem a Rogério Marinho. “Eu comecei explicando, já que eles gravaram e está fácil de dizer, porque podem olhar o que gravaram, que essa é uma Casa plural e quem escolhia os representantes que estariam aqui sentados durante quatro anos era o povo do Rio Grande do Norte”, relatou o parlamentar.

Em segunda, acrescentou, foi explicado que por ser uma Casa plural, “ tínhamos aqui pessoas que representavam ideologias e partidos das mais diferentes cores e ideias, e que cada deputado a partir da hora em que chega à Assembleia é do mesmo tamanho, inclusive o presidente”. Na sequência, Ezequiel Ferreira disse que comunicara aos sindicalistas que todos os 24 deputados “têm a mesma importância e o direito de homenagear quem quisesse” e que ele “ jamais iria proibir”. “Primeiro, o presidente não tem esse poder de proibir, depois seria absolutamente antidemocrático o presidente proibir uma sessão solene de homenagem a alguém que um deputado escolheu”.

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TRIBUNA DO NORTE

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