Mês: março 2019

Potiguar assinará os doces do casamento do Youtuber mais famoso do Brasil

A doceira-chocolateira potiguar Rafaela Fontes, vai fazer parte da lista seleta de fornecedores do casamento do youtuber famoso Carlinhos Maia.

Maia, que faz sucesso nas redes sociais com mais de 1 milhão e 300 mil seguidores no canal de you tube, mais de 12 milhões no Instagram, e tem lotado teatros pelo Brasil afora, vai se casar com o digital influencer alagoano, Lucas Guimarães – 2,3 milhões de seguidores no Insta.

E os doces do casamentão serão assinados por Rafaela. Com informações de Thaisa Galvão.

Deputado federal general Girão critica “falta de informação e má-fé” de jornalista em nota da Veja

 

O deputado federal General Girão(PSL) criticou a matéria de Maurício Lima, das notas do Radar Veja, na tarde desta quinta-feira(28). Em resumo, destacou a “falta de informação e má-fé” do jornalista.

O parlamentar denunciou que o “jornalista não seu deu o trabalho de ligar”, e ainda fez “comparações” com ditadores.

O deputado lamentou a ausência de detalhes sobre a Comissão criado pelo Governo Federal para ajudar os venezuelanos, em que chamou de “irmãos”.

Abaixo o texto duramento criticado pelo deputado federal do RN:

General que pede prisão de ministros do STF lidera comissão para Venezuela

“O General Girão Monteiro (PSL-RN) é um dos nomes escolhidos para liderar a Comissão Externa da Câmara para tratar a crise da Venezuela.

A lista de parlamentares inclui Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), Coronel Chrisóstomo (PSL-RO) e Delegado Waldir (PSL-GO).

“Possuo amplo conhecimento do tema por ter sido comandante do 7º Batalhão de Infantaria de Selva e da 1ª Brigada de Infantaria de Selva, ambos em Roraima”, disse Girão, num autoelogio feito ao anunciar a comissão.

Em 2018, ele pediu a prisão dos ministros do STF como forma de moralizar Brasília. O ditador Nicolás Maduro deve ter achado o máximo”.

Matéria polêmica do Radar Veja pode ser conferida aqui

Deputado Hermano solicita melhorias para São Paulo do Potengi

Através do mandato do Deputado Estadual, Hermano Morais, o vereador Neilson Azevedo (MDB) esteve com o mesmo para solicitar melhorias para São Paulo do Potengi.

Hermano solicitou ao Governo do RN e ao Departamento de Estradas e Rodagens – DER, a implantação de 3 redutores de velocidade e a sinalização vertical e horizontal na RN-120, em frente ao IFRN de nossa cidade.

“O IFRN de São Paulo do Potengi localiza-se às margens da RN-120. No entanto, a referida RN não oferece segurança aos alunos que por ali trafegam todos os dias. Desta forma, acreditamos que a implantação de 3 redutores de velocidade e a sinalização vertical e horizontal, em frente ao Instituto Federal, beneficiará a população no que diz respeito à segurança”, disse Hermano.

Na oportunidade, solicitou também ao DER o roço e a recuperação da RN-120, que liga a BR-304 aos municípios de São Paulo do Potengi e Senador Elói de Souza.

“A RN-120 que liga a BR-304 aos municípios de São Paulo do Potengi e Senador Elói de Souza, é uma via de grande fluxo. No entanto, a referida RN está sofrendo com a falta de manutenção. O mato das margens está alto, já invadindo a pista que já tem muitos buracos. E, por estes motivos, inúmeros acidentes têm ocorrido diariamente”, falou Morais.

“Criminosos se movem nas sombras, movimentam bilhões e atingem nossas crianças”, diz Fábio Faria sobre operação contra a pedofilia

Autor de projeto contra a pedofilia, o deputado federal Fábio Faria (PSD/RN) foi à Tribuna da Câmara dos Deputados comentar sobre a operação Luz da Infância deflagrada nas primeiras horas do dia pelo Ministério da Justiça em conjunto com polícias dos estados, que prendeu mais de 60 pedófilos em atuação no País. Autor de Projeto de Lei 7036/2010, que determina exibição de campanhas contra a pedofilia em voos e salas de cinema, o parlamentar destacou o trabalho de inteligência montado pelo Ministério da Justiça, que vem rastreando conteúdos cibernéticos produzidos por redes de pedofilia.

Fábio Faria alertou sobre os danos e o poder de alcance das redes de pedofilia: “Os criminosos entram em nossas casas sem nosso consentimento, sem nosso conhecimento e nossas crianças ficam à mercê da covardia daqueles que são capazes de se aproveitar de sua inocência e de sua pureza”, apontou o deputado, acrescentando que a deep web é um inimigo invisível e com fôlego financeiro: “Movimenta bilhões de dólares e atuam nas sombras, travestidos de conteúdos que julgamos seguros para os pequenos”.

O parlamentar voltou a defender a necessidade de disseminação de conteúdos que alertam sobre a pedofilia e suas táticas de ação. “No âmbito do Poder Legislativo, medidas como o PL 7036, de 2010, de minha autoria, que determina a exibição de campanhas contra a pedofilia em voos com duração superior a uma hora e em salas de cinema, contribuem para a disseminação de informações sobre o tema”, argumentou, reforçando que a informação é uma das ferramentas mais poderosas de combate à pedofilia.

Benes propõe punição mais severa para menor infrator

O deputado federal Benes Leocádio (PRB-RN) é o autor da proposta de lei (PL 1427/19) que estabelece alterações do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para que menores de 18 anos, apreendidos, tenham prazo de internação socioeducativa igual a pena prevista ao crime cometido.

De acordo com o deputado Benes, o objetivo do projeto é assegurar que o adolescente receba uma punição condizente ao seu crime, dificultando, dessa forma, a reincidência. “A medida socioeducativa de internação prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente é de no máximo 3 anos. Entretanto, é de notório conhecimento que tal prazo é insignificante e não atende os objetivos de educar e reinserir socialmente os menores infratores. Prova disso é que grande parte desses jovens reincidem no crime”, justificou.

Atualmente, o ECA estabelece que os adolescentes infratores podem ficar no máximo três anos internados, independente de ato infracional que pratiquem. “No projeto que apresentamos, se um infrator cometer um crime de homicídio e o juiz aplicar, por exemplo, uma “pena” de 10 anos, o prazo de internação desse infrator será de 10 anos, sendo que, ao completar 21 e ainda não tiver cumprido todo o prazo de internação, a medida se converterá em pena privativa de liberdade ou de restrição de direitos, conforme um exame criminológico determinar”, explicou o deputado.

Kelps Lima volta a cobrar do governo explicações sobre uso dos royalties

O deputado estadual Kelps Lima (SDD) voltou a cobrar do Governo do Estado, explicações sobre o uso de recursos de royalties de petróleo para pagamento de salários atrasados dos servidores inativos. Ele se referiu ao projeto já aprovado pela Assembleia Legislativa, que autorizou a antecipação dos royalties dos anos de 2019 a 2022.

“É um empréstimo caríssimo”, disse o deputado, provocando a Secretaria de Planejamento do Estado a dar explicações. “Queremos os números exatos, mas o Governo não dá satisfação”, disse Kelps, explicando que o Governo quer pagar atrasados com os royalties antecipados, mas não usou os royalties dos três primeiros meses de 2019 para antecipar os pagamentos dos atrasados.

O deputado Kelps Lima informou que o Governo arrecadou mais de R$ 47 milhões em 2019 e não utilizou para pagar inativos em atraso, justificando que teria outras despesas a honrar. “E como o Governo vai honrar esses pagamentos quando usar os royalties antecipados para pagar salários atrasados?”, questionou o parlamentar, ressaltando que a governadora Fátima Bezerra não anuncia calendário de atrasados da gestão anterior, mas ela e os servidores nomeados no seu Governo recebem seus salários em dia.

ALRN

Na AL, Azevedo lê texto em alusão a 1964 e Sandro rebate: “Indignante”

Na sessão plenária desta quinta-feira, 28, na Assembleia Legislativa do RN, o deputado Coronel Azevedo (PSL) fez a leitura do texto do Ministério da Defesa como ordem do dia a ser lida nos quartéis em referência a 31 de março de 1964, data em que os militares assumiram o poder do Brasil.

Essa ordem do dia foi uma determinação do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que mandou que o Ministério fizesse as comemorações devidas, segundo afirmou o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros.

O texto diz que “as forças armadas participaram da história do Brasil, sempre alinhadas com as suas legítimas aspirações. O 31 de março de 1964 foi um episódio simbólico dessa identificação”.

Em contraponto, o deputado Sandro Pimentel (PSOL) disse estar indignado com o discurso lido em plenário. “Exaltar o 31 de março é renegar a história. É esquecer das pessoas que foram executadas pelo regime militar. O Congresso Nacional reconhece que muitas pessoas desapareceram no período. E é indignante ver alguém que diz representar o povo, exaltar esse período”, criticou. Com informações do Agora RN

PSL avalia colocar general Girão como líder do partido na Câmara

A bancada do PSL na Câmara dos Deputados decide na manhã desta quinta-feira, 28, se fecha questão sobre a reforma da Previdência. Eles vão definir se serão contra ou a favor do texto do governo ou se darão uma outra sinalização para o andamento da matéria. O partido também pode reavaliar a posição de liderança na Casa.

Parlamentares da legenda também avaliam a troca da liderança do grupo que tem como representante o delegado Waldir (PSL-GO). Cotado, general Girao (PSL-RN) negou que esteja se candidatando, mas deixou clara a insatisfação. “Não quero ser o líder. Eu quero é ser liderado”, afirmou.

O major Vitor Hugo, líder do governo na Câmara, chegou com uma hora de atraso ao encontro. Questionado se hoje oficializa a questão em favor da Previdência, ele respondeu: “Já fechamos (a favor) duas vezes.”

Na quarta-feira, enquanto o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmava na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado que não foi a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para não levar “tiros nas costas” dos próprios aliados, o presidente do PSL, Luciano Bivar, convocava correligionários para discutir mudanças internas. Há uma insatisfação generalizada na legenda.

Nos últimos dias, integrantes da sigla têm disparado críticas à proposta de reforma dos militares e à articulação do governo. No domingo, em um dos grupos de Whatsapp da bancada, a liderança do PSL foi questionada. Membros da bancada cobravam mais informações para defender o governo do presidente Jair Bolsonaro.

Agência Estado

Rogério Marinho orientou Guedes a não ir à CCJ para “não dar munição” a críticas

A articulação política para adiar a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, na audiência pública na Comissão de Constituição sobre a reforma da Previdência começou na segunda-feira à noite, conduzida pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. Segundo o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), Guedes se comprometeu a estar presente na sessão do colegiado da próxima quarta, dia 3.

A avaliação política foi de que a audiência, sem a definição do relator da reforma na CCJ, “serviria de palco” para a oposição e parlamentares insatisfeitos dos partidos da base aliada atacarem o ministro durante a sessão desta terça-feira, 26.

Além disso, o clima no Congresso continua azedo ainda como reflexo dos desdobramentos da crise com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente Jair Bolsonaro, o que alimentaria os ataques ao ministro.

Segundo apurou o Estado, Guedes foi aconselhado a não ir à comissão com o argumento de que não fazia sentido o presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), partido do presidente, ouvi-lo para escolher o relator.

Para interlocutores do ministro, a oposição e outras lideranças estão aproveitando o adiamento para “deixar crescer o tema”. Foi uma decisão para não expor a imagem do ministro, avaliou uma fonte da área econômica.

Senado
Guedes estará na quarta-feira em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para falar sobre a dívida dos Estados. Ele deve também ser questionado sobre pontos da reforma da Previdência pelos senadores. O ambiente no Senado, porém, deve ser menos hostil do que na Câmara. Com informações da Agência Estado

Artigo Ney Lopes: “Tempestades políticas ameaçam o Brasil”

Ney Lopes – jornalista, ex-deputado federal e advogado – nl@neylopes.com.br

Acentuam-se as contradições na politica brasileira, com tempestades frequentes no ar. Um dado demonstra essa realidade: desde a redemocratização do país em 1985, dos oito presidentes, dois com prisões decretadas e dois impeachment.

A nossa democracia é a grande vítima.

A última pesquisa do Instituto Latinobarometro mostra que o Brasil é o país com menor grau de convicção democrática em toda a América Latina, menor até que na Venezuela.

Dos 21 países latino-americanos analisados no estudo, apenas cinco — Uruguai, Chile, Costa Rica, Jamaica e Argentina — são classificados como “democracias em consolidação”. Outros nove — Brasil, El Salvador, Panamá, Bolívia, República Dominicana, Colômbia, Peru, Paraguai e México — considerados “democracias imperfeitas”. Três são “democracias altamente imperfeitas” — Equador, Honduras e Guatemala. As “autocracias” se dividem em “moderadas” — Nicarágua e Haiti — e de linha-dura — Venezuela e Cuba.

Há resultados estatísticos alarmantes, em relação ao Brasil: o único país na região, em que a confiança no governo (refere-se à época de Temer) atingiu apenas 7%.

A confiança no Congresso, 12% dos brasileiros.

A mais chocante foi a confiança nos partidos políticos: apenas 6%. Maurice Duverger, em seu livro “Partidos Políticos” afirma que não há construção democrática, sem partidos sólidos e programáticos.

A eleição de 2018 realizou-se com base neste cenário caótico. O “Instituto Latinobarometro”, de alta credibilidade, em sua última medição revelou informações, que explicam a eleição de Jair Bolsonaro.

Ele usou o “discurso” de reconstrução das instituições, atingidas por verdadeiro desânimo social, diante da corrupção desenfreada, desemprego e violência. O caos acentuava-se pela falta de capacidade de solução desses problemas, por parte das elites dirigentes. As exceções eram a Igreja (73% de apoio) e as Forças Armadas (58%).

Neste cenário explica-se a convocação para o centro do poder das forças armadas, que se assemelham a um partido informal e os evangélicos, com o seu discurso ultraconservador.

Mesmo fazendo tal opção, o governo encontra obstáculos.

Os partidos, que seriam os interlocutores naturais no presidencialismo de coalizão, seguem desprestigiados, rotulados de corruptos, “salvo” o PSL. Ao mesmo tempo, a estratégia é propagar no “twitter”, que os “responsáveis” pelas “faíscas” seriam o judiciário, o Congresso Nacional e a mídia.

Sobra quem?

Apenas, o Presidente, “ainda no palanque”, exaltando a “nova política”, sem dizer claramente o que ela significa. Sem dúvida, quadro propício para uma “degringolada” da democracia.

Qual a leitura dessa conjuntura de tensões permanentes?

É a de que algo terá que ser feito, com urgência. O caminho será a reorganização do sistema político, antecedida de diálogo nacional, que busque facilitar a governabilidade democrática.

Mesmo trôpegos, os partidos serão a única via na proposição de pré-agenda, na qual conste prioridade às reformas inadiáveis (a começar pela previdência), agregando “consensos” e afastando “discordâncias”.

A tolerância, a paciência e o respeito recíproco à diversidade conduziriam a superação das diferenças naturais entre os partidos, sem vencidos ou vencedores. Quem não aceitar o diálogo assuma perante a opinião pública.

Um sonho? Talvez não. O Chile (“Concertación”) e Espanha (“Moncloa”) já foram exemplos bem sucedidos no passado. Por que o Brasil não poderá ser?

Nenhum partido se despersonalizaria. Ao contrário, unir-se-iam em torno de temas “do interesse público”.

No debate estariam presentes concepções de direita, esquerda, liberais, nacionalista, respeitada a diversidade de pensamento e o princípio de que as mudanças podem ser concretizadas, por etapas, sem choques ou traumas sociais.

Caso persista o clima de dúvidas, causando crises diárias, a incerteza se agravará pela confrontação entre os partidos e as posições ideológicas radicais, dificultando qualquer projeto de desenvolvimento.

Somente a criação de instância de discussão multipartidária tornaria viável a construção de acordos de governabilidade. Na democracia é assim.

Um fato é incontroverso: para alcançar resultados positivos, o governo terá que sentar-se à mesa, mudar o estilo, dizer para que veio e buscar o mínimo consenso político para governar.

Se continuar como está, pesadas tempestades continuarão a rondar o país e tudo poderá acontecer.

Infelizmente!