Dia: 8 de novembro de 2018

Tomba demonstra preocupação com falta d´água na região do Trairí

Em pronunciamento na Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (8), o deputado Tomba Farias (PSDB) alertou para a falta d’água na região do Trairi. O parlamentar relatou a reunião que teve com o diretor da Companhia de Águas e Esgotos (Caern), Marcelo Toscano, para tratar sobre o assunto.

“Estive na CAERN representando a prefeita de Santa Cruz, que está viajando, e lá me encontrei com mais cinco prefeitos do Estado, quatro deles da região do Trairi. A falta d’água e o colapso no abastecimento são um grande problema em todos os municípios da nossa região. Em virtude do crescimento da cidade de Santa Cruz, com a nova perspectiva do turismo religioso, o natural aumento da rede hoteleira, restaurantes e mais casas com piscina, se faz necessária uma ação rápida do órgão. Se não vier chuva, vamos ter um enorme desafio. Já são seis anos de seca no RN”, disse Tomba Farias.

Em aparte, o deputado Ricardo Motta falou que também tratou do tema com o secretário de recursos hídricos e que a situação é preocupante. “Vi as limitações da pasta, a falta de recursos é clara. Senti boa vontade de toda a equipe, mas a situação é difícil. No agreste também ocorre o mesmo problema. Irei destinar emenda parlamentar para ajudar nas ações da secretaria”, afirmou Ricardo.

Na ocasião, Tomba disse que torce para que o novo governo estadual e federal consigam avançar na solução definitiva da seca no Nordeste. “Segundo o próprio diretor da Caern, com R$ 600 milhões em investimentos, solucionamos de uma vez por todas o problema do abastecimento de água no RN. Conclamo todos os políticos do Estado para juntos lutarmos para acabar com esse mal que castiga o povo nordestino”, finalizou o parlamentar.

Toffoli diz que reajuste no STF é ‘justo e correto’

Foto: (Carlos Moura/SCO/STF/Divulgação)

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, afirmou nesta quinta-feira (8), em uma reunião com presidentes de tribunais de Justiça (TJs), que o reajuste aos magistrados da Suprema Corte, aprovado no dia anterior pelo Senado, é “justo e correto”.

Nessa quarta (7), os senadores aprovaram um aumento nos vencimentos dos ministros do Supremo, que, se sancionado pelo presidente da República, elevará os subsídios mensais de R$ 33,7 mil para R$ 39,3 mil, aumento de 16%.

Como os salários dos magistrados do STF são o teto do funcionalismo, o reajuste irá provocar um efeito cascata nos contracheques da magistratura. A estimativa é de que o aumento salarial gere, pelo menos, R$ 4 bilhões de despesas extras nas contas públicas.

Como esse limite será alargado, aumenta também o número de servidores que poderão receber um valor maior de gratificações e verbas extras que hoje ultrapassam o teto.

No encontro desta manhã com os presidentes de tribunais de Justiça (TJs) na sede da Suprema Corte, Toffoli disse ainda que o aumento recompõe perdas com a inflação de 2009 a 2014.

“Agradeço às senhoras e senhores, que sei que atuaram e envidaram esforços junto ao Congresso Nacional, no sentido de deixar claro o quão justo e correto era essa revisão, uma vez que, na verdade, se trata de uma recomposição de perdas inflacionárias de um período bastante antigo, de 2009 ao 2014”, disse Toffoli aos magistrados ao abrir o encontro desta quinta-feira.

Nesta quarta, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmou que esse não era o “momento” de se ampliar despesas da União. Bolsonaro disse que via o aumento de gastos “com preocupação”.

O presidente eleito chegou a se reunir com Toffoli nesta quarta na sede do Supremo, horas antes de o Senado aprovar o aumento salarial para os ministros do tribunal. Em pronunciamento à imprensa ao lado de Bolsonaro, o presidente do STF destacou que o país tem como um de seus atuais desafios o equilíbrio fiscal.

G1

Hermano Morais destaca potencial eólico do RN

O deputado Hermano Morais (MDB), em pronunciamento nessa quinta-feira (08/11), na Assembleia Legislativa, registrou dados da produção de energia eólica no Estado. Em tom de comemoração, o parlamentar citou os números divulgados pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABeólica), que coloca o Rio Grande do Norte em primeiro lugar no país, produzindo quase 4 mil giga watts em seus 146 parques eólicos.

“O estado clama por melhorias na educação, saúde e segurança. A crise econômica trouxe junto um alto índice de desemprego. Confio no nosso potencial para superar as dificuldades e essa notícia nos traz esperança”, falou o deputado.

Segundo Hermano, o Brasil atingiu 14 GW de produção e, em sete anos, pulou de menos de 1 GW para os atuais números. O RN é o primeiro do país, seguido da Bahia e do Ceará. “Temos energia suficiente para o nosso parque industrial. Podemos atrair investimentos para gerar emprego e renda. Desejo que nosso estado saiba aproveitar o potencial e, assim, com a ajuda dessa energia natural, possamos recuperar a nossa economia e retomar o crescimento”, afirmou.

Ainda em sua fala, o parlamentar falou que a atual produção de energia eólica no país já se iguala a produção da maior hidrelétrica do Brasil, a usina de Itaipu. “São 26 milhões de habitações atendidas no país, mais de 80 milhões de brasileiros são beneficiados com essa energia limpa”, finalizou Hermano.

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Deputada Tereza Cristina será a Ministra da Agricultura de Bolsonaro

Da Agência Brasil

A deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), 64 anos, será a primeira mulher ministra do governo Jair Bolsonaro. Ela vai assumir o Ministério da Agricultura. A confirmação foi feita pelo deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS). Segundo ele, a pasta não será fundida com o Ministério do Meio Ambiente, cujo titular será escolhido pelo presidente eleito e “homologado” pela bancada ruralista. De acordo com Moreira, o ministro do Meio Ambiente terá “um perfil diferenciado”.

Durante encontro com Jair Bolsonaro, a bancada ruralista indicou Tereza Cristina para ser a ministra da Agricultura. A indicação foi feita por um grupo de 20 integrantes da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), em reunião no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, onde funciona o gabinete de transição de governo. A bancada ruralista no Congresso Nacional reúne aproximadamente 260 parlamentares.

Engenheira agrônoma e empresária, Tereza Cristina é presidente da FPA e tem uma longa trajetória no setor. Ela foi secretária de Desenvolvimento Agrário da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo de Mato Grosso do Sul durante o governo de André Puccinelli (MDB).

Neste ano, Tereza Cristina foi uma das lideranças que defenderam a aprovação do Projeto de Lei 6.299, que flexibiliza as regras para fiscalização e aplicação de agrotóxicos no país.

Bolsonaro vai reunir governadores eleitos na semana que vem, em Brasília

Jair Bolsonaro, presidente eleito, e Fátima Bezerra, governadora eleita do RN, se encontrarão pela primeira vez após eleições. (Foto: José Aldenir / Agora RN)

Os 27 governadores eleitos e reeleitos vão se reunir na próxima quarta-feira, 14, em Brasília, com o presidente eleito Jair Bolsonaro e o economista Paulo Guedes, que deve assumir o superministério da Economia (que agregará a Fazenda, o Planejamento e a Indústria e Comércio). Em pauta, as prioridades econômicas para os estados.

O governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), disse hoje, 7, que a proposta da reunião foi apresentada por ele durante encontro com Bolsonaro e Guedes, no gabinete de transição, no Centro Cultural de Brasília (CCBB). Segundo o tucano, a reunião conta também com o apoio dos governadores eleitos do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), e do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).

Doria disse que é favorável à proposta de Guedes para ser adotado o pacto federativo sustentado pelo programa de desestatização, que engloba projetos de concessão, parceria público-privada e privatização. Ele não mencionou nomes de empresas nem companhias.

O tucano afirmou também que apoia a implementação de um programa de desburocratização e de medidas de segurança e combate à violência.

Para a reunião, na próxima semana, Doria disse que todos os governadores foram convidados e deve ocorrer no Centro Internacional de Convenções de Brasília. A proposta é que o encontro seja realizado pela manhã e ao final, o presidente eleito participe.