Rogério Marinho é homenageado e rebate comunista: “Deveria conhecer leis antes de querer ser presidente”

Relator da modernização das leis trabalhistas, o deputado federal Rogério Marinho (PSDB) foi homenageado, nesta terça-feira (19), durante o lançamento da Campanha Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho. O evento tem como objetivo debater o primeiro ano da nova lei e combater a desinformação sobre a legislação, que entrou em vigor no fim de 2017. A homenagem foi entregue pelo Instituto Brasileiro de Ensino e Cultura (IBEC), em reconhecimento ao trabalho do tucano a favor do projeto.

Em discurso no evento, Rogério Marinho rebateu a pré-candidata a presidente Mauela D’Avila (PCdoB). A comunista disse, por meio de sua conta no Twitter, que caso seja eleita tornará o Brasil o segundo país do mundo a proibir diferença salarial entre homens e mulheres. “Quem quer ser presidente da República precisa, minimamente, conhecer a legislação brasileira. Essa lei já existe desde 1988. E com a nova redação que foi dada em nosso trabalho, isso ficou ainda mais claro não apenas em relação ao gênero, mas também a etnias e religião”, disse Rogério.

O deputado ainda destacou a importância das Jornadas para contribuir com o esclarecimento em torno da lei. “O que mais atrapalha é o desconhecimento. Com este evento nossa tarefa será levar a todo o País informações sobre as principais modificações da legislação trabalhista, um trabalho que foi coletivo, que resultou em mais de mil emendas sendo o segundo projeto mais emendado da história do Congresso Nacional – e para o qual não faltou debate, como muitos dizem”, afirmou o parlamentar.

Outro ponto abordado pelo parlamentar foi o debate promovido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a nova lei brasileira. Rogério Marinho disse que mais de 40 países se pronunciaram na ocasião para elogiar as modificações adotadas no Brasil. “Se nenhum país falou contra nós, e 40 foram a favor, é porque alguém está mentindo”, disse em referência a narrativa criada pela esquerda contra o país. Pelo segundo ano consecutivo, a OIT rejeitou emitir uma censura ao Brasil pela modernização da lei.

A solenidade contou com a presença do ministro do Trabalho, Helton Yomura, os ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Martins Filho e Alexandre Agra Belmonte, o vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região, desembargador Bento Herculano Duarte Neto, além do ex-ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

Promovidas pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, em parceria com o IBEC, as Jornadas Brasileiras de Relações do Trabalho contam ainda com apoio institucional da Secretaria Geral da Presidência da República e serão realizadas em 17 capitais e outras cidades do País, além de dezenas de cidades no interior dos estados. Em Natal a previsão é que ocorra no dia 19 de julho. O Rio Grande do Norte ainda contará com Jornadas em Mossoró (31/07), Ceará-Mirim (01/08), Caicó (02/08) e Assu (03/08).

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